Salmos 109:7
Quando for julgado, que saia condenado; e que a oração dele seja [considerada] como pecado.
Quando for julgado, que saia condenado; e que a oração dele seja [considerada] como pecado.
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6Põe algum perverso contra ele, e que haja um acusador à sua direita.
8Sejam os dias dele poucos, e que outro tome sua atividade.
9Sejam seus filhos órfãos, e sua mulher seja viúva.
10E que seus filhos andem sem rumo, e mendiguem; e busquem [para si longe] de suas ruínas.
11Que o credor tome tudo o que ele tem, e estranhos saqueiem seu trabalho.
12Haja ninguém que tenha piedade dele, e haja ninguém que se compadeça de seus órfãos.
13Sejam seus descendentes cortados de vez; [e] que o nome deles seja apagado da geração seguinte.
14Que a perversidade de seus pais seja lembrada pelo SENHOR, e que o pecado de sua mãe não seja apagado.
15[Porém que tais coisas] estejam sempre perante o SENHOR, e corte-se a lembrança deles da terra.
16Porque ele não se lembrou de fazer o bem; ao invés disso, perseguiu ao homem humilde e necessitado, e ao de coração quebrado, para [o] matar.
17Já que ele amou a maldição, então que ela lhe sobrevenha; e já que ele não quis a bênção, que esta se afaste dele.
18E ele seja revestido de maldição, como se lhe fosse sua roupa, como água dentro do seu corpo, e como óleo em seus ossos.
19Que ela seja como uma roupa com que ele se cubra, e como cinto com que ele sempre põe ao seu redor.
20Isto seja o pagamento do SENHOR para os meus adversários, e para os que falam mal contra minha alma.
7Seja meu inimigo como o perverso, e o que se levantar contra mim como o injusto.
27Conta como maldade a maldade deles; e não sejam eles agraciados por tua justiça.
28Sejam riscados dos livro da vida; e não estejam eles escritos junto com os justos.
8Venha sobre ele a destruição sem que ele saiba [de antemão] ; e sua rede, que ele escondeu, que o prenda; que ele, assolado, caia nela.
23Mas tu, SENHOR, conheces todo o plano deles contra mim para me matar; não perdoes sua maldade, nem apagues o pecado deles de diante de tua presença, e tropecem diante de ti; faze [assim] com eles no tempo de tua ira.
24Julga-me conforme a tua justiça, SENHOR meu Deus; e não deixes eles se alegrarem de mim.
5[Então] que o inimigo persiga a minha alma, e a alcance; e pise em terra a minha vida; e faça habitar minha honra no pó. (Selá)
12[Por causa do] pecado da boca deles [e da] palavra de seus lábios; e sejam presos em sua arrogância pelas maldições e pelas mentiras que contam.
32O perverso espia ao justo, e procura matá-lo.
33[Mas] o SENHOR não o deixa em suas mãos; nem também o condenará, quando for julgado.
15Que a morte os tome de surpresa, [e] desçam ao mundo dos mortos [ainda] vivos; porque maldades há na morada deles, e no interior de cada um deles.
28Maldigam eles, mas bendize tu; levantem-se eles, mas sejam envergonhados; e o teu servo se alegre.
22Torne-se a mesa diante deles como que um laço; e aquilo que [lhes] dá segurança [lhes] seja uma armadilha.
10Declara-os culpados, ó Deus, [e] que caiam de seus próprios conselhos; expulsa-os por causa da abundância de suas transgressões, porque eles se rebelaram contra ti.
5Meus inimigos falam mal de mim, [dizendo] : Quando ele morrerá? [Quando] o nome dele perecerá?
24Derrama tua indignação sobre eles; e que sejam tomados pelo ardor de tua ira.
25A habitação deles seja desolada; e que não haja morador nas tendas deles;
8Não concedas ao perverso os desejos dele, SENHOR; não permitas suceder seu plano maligno, [pois senão] se exaltariam. (Selá)
9Quanto à cabeça dos que me cercam, que a opressão de seus próprios lábios os cubra.
10Caiam sobre eles brasas vivas; faça-os cair no fogo [e] em covas profundas, [para que] não se levantem mais.
7Os seus passos fortes serão encurtados, e seu [próprio] intento o derrubará.
27Os céus revelarão sua maldade, e a terra se levantará contra ele.
19Levanta-te, SENHOR, não prevaleça o homem [contra ti] ; sejam julgadas as nações diante de ti.
22Toda a maldade deles venha diante de ti, e faze com eles assim como fizeste comigo por causa de todas as minhas transgressões; pois meus gemidos são muitos, e meu coração está desfalecido.
4Torne-se aquele dia em trevas; Deus não lhe dê atenção desde acima, nem claridade brilhe sobre ele.
5Reivindiquem-no para si trevas e sombra de morte; nuvens habitem sobre ele; a escuridão do dia o espante.
16Por debaixo suas raízes se secarão, e por cima seus ramos serão cortados.
17Mas tu estás cheio do julgamento do perverso; o julgamento e a justiça te tomam.
11Chegue diante de ti o gemido dos prisioneiros; conforme o teu grande poder, salva a vida dos sentenciados à morte.
2De diante de teu rosto saia o meu julgamento; teus olhos observarão o que é justo.
9Que tenha fim a maldade dos maus; mas firma ao justo, tu, ó justo Deus, que provas os corações e os sentimentos.
35Os pecadores serão consumidos da terra, e os maus não existirão mais. Bendizei, ó alma minha, ao SENHOR! Aleluia!
6Que o caminho deles seja escuro e escorregadio; e o anjo do SENHOR os persiga.
19Maldito o que distorcer o direito do estrangeiro, do órfão, e da viúva. E dirá todo o povo: Amém.
17Sejam envergonhados e assombrados para sempre, e sejam humilhados, e pereçam.
22E o atacará sem o poupar, [enquanto] ele tenta fugir de seu poder.