Salmos 132:4
Não darei sono aos meus olhos, [nem] cochilo às minhas pálpebras;
Não darei sono aos meus olhos, [nem] cochilo às minhas pálpebras;
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2Ele, que jurou ao SENHOR, [e] fez um voto ao Poderoso de Jacó,
3[Dizendo] : Não entrarei na tenda de minha casa, nem subirei no leito de minha cama;
4Não dês sono aos teus olhos, nem cochilo às tuas pálpebras.
5Enquanto eu não achar um lugar para o SENHOR, moradas para o Poderoso de Jacó.
3Ele não deixará o teu pé se abalar, nem cochilará o teu guardião.
4Eis que não cochilará nem dormirá o Guardião de Israel.
4Tu mantiveste abertas as pálpebras dos meus olhos; eu estava perturbado, e não conseguia falar.
3Olha [para mim, e] ouve-me, SENHOR meu Deus; ilumina os meus olhos, para que eu não adormeça [na] morte.
4Para que meu inimigo não diga: Eu o venci;e meus inimigos se alegrem, se eu vier a cair.
148Meus olhos antecederam as vigílias da noite, para meditar em tua palavra.
26(Nisto me despertei, e olhei; e meu sonho me foi agradável).
5Eu me deitei, e dormi; acordei, porque o SENHOR me sustentava.
6Eu não temerei [ainda que sejam] dez mil pessoas que se ponham ao redor de mim.
13Em imaginações de visões noturnas, quando o sono profundo cai sobre os homens,
6Jerusalém, obre os teus muros eu pus guardas, que o dia todo e a noite toda continuamente não se calarão; vós que fazeis menção do SENHOR, não haja silêncio em vós;
7Nem deis descanso a ele, até que ele estabeleça, até que ele ponha a Jerusalém como louvor na terra.
6Já estou cansado do meu gemido; toda a noite eu inundo a minha cama; com minhas lágrimas molho meu leito.
7Meus olhos estão desolados de mágoa, [e] têm se envelhecido por causa de todos os meus adversários.
40De dia me consumia o calor, e de noite a geada, e o sono se fugia de meus olhos.
4Quando eu me deito, pergunto: Quando me levantarei? Mas a noite se prolonga, e me canso de me virar [na cama] até o amanhecer.
2Inutilmente levantais de madrugada [e] descansais tarde, para comerdes o pão de dores; [porque] assim ele dá sono a quem ele ama.
1Por Sião eu não me calarei, e por Jerusalém não me aquietarei, enquanto sua justiça não sair como um brilho, e sua salvação como uma tocha acesa.
8Eu deitarei, e dormirei em paz; porque só tu, SENHOR, me fazes descansar seguro.
33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
12Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, eles não despertarão, nem se erguerão de seu sono.
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
2Desperta-te, lira e harpa; eu despertarei ao amanhecer.
6Quando eu me lembrar de ti em minha cama; nas vigílias da noite meus pensamentos estarão em ti.
14[Dizendo] : Este é o meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois assim desejei.
13Quando eu digo: Minha cama me consolará; meu leito aliviará minhas queixa,
16Enquanto entregava meu coração a entender a sabedoria, e ver a ocupação que é feita abaixo do sol (ainda que nem de dia, nem de noite, [o homem] veja sono em seus olhos),
13Não ames ao sono, para que não empobreças; abre teus olhos, e te fartarás de pão.
1Durante as noites busquei em minha cama a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.
16Pois eles não dormem se não fizerem o mal; e ficam sem sono, se não fizerem tropeçar [a alguém] .
2No dia da minha angústia busquei ao Senhor; minha mão estava continuamente estendida; minha alma não se deixava consolar.
15[Mas] eu olharei para teu rosto em justiça; serei satisfeito de tua semelhança, quando eu despertar.
27Não haverá entre eles cansado ou quem tropece; ninguém cochilará, nem dormirá; nem se desatará o cinto de seus lombos, nem será arrebentada a tira de seus calçados.
1Eu fiz um pacto com meus olhos; como, pois, eu olharia com cobiça para a virgem?
15Em sonho [ou em] visão noturna, quando o sono profundo cai sobre as pessoas, [e] adormecem na cama.
1SENHOR, meu coração não se exaltou, nem meus olhos se levantaram; nem andei em grandezas, nem em coisas maravilhosas para mim.
17De noite meus ossos se furam em mim, e meus pulsos não descansam.
1Levanto meus olhos aos montes. De onde virá meu socorro?
49Meus olhos destilam, e não cessam; não haverá descanso,
1Levanto meus olhos a ti, que moras nos céus.
4Eles correm sem [eu ter] culpa; desperta para me encontrar, e olha.
8Desperta-te, ó glória minha! Desperta, lira e harpa; despertarei ao amanhecer.
16Meu rosto está vermelho de choro, e minhas pálpebras estão escurecidas ao extremo;
3Não porei perante meus olhos obra maligna; odeio as ações dos que desviam, [tais coisas] não me tomarão.
6O sol não te ferirá durante o dia, nem a lua durante a noite.
3Tu [já] provaste o meu coração, tu [me] visitaste de noite; tu me investigaste, [e] nada achaste; decidi [que] minha boca não transgredirá.