Cântico dos Cânticos 2:6
[Esteja] sua mão esquerda abaixo de minha cabeça, e sua direita me abraça.
[Esteja] sua mão esquerda abaixo de minha cabeça, e sua direita me abraça.
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2Eu te levaria e te traria à casa de minha mãe, aquela que me ensinou, e te daria a beber do vinho aromático, do suco de minhas romãs.
3Esteja sua mão esquerda debaixo de minha cabeça, e sua direita me abrace.
4Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
5[Outras pessoas] : Quem é esta, que sobe da terra desabitada, reclinada sobre seu amado? [Ela] : Debaixo de uma macieira te despertei; ali tua mãe te fez nascer com dores; ali te fez nascer aquela que te gerou.
6Põe-me com um selo sobre teu coração, como selo sobre teu braço; porque o amor é forte como a morte; os ciúmes são duros como o mundo dos mortos; suas brasas são brasas de fogo, labaredas poderosas.
3[Ela] : Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.
4Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.
5Sustentai-me com passas, fortalecei-me com maçãs; porque estou fraca de amor.
7Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
8[Esta é] a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.
9Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.
10Meu amado me responde, e me diz: Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
13Meu amado é para mim [como] um saquinho de mirra que passa a noite entre meus seios;
14Meu amado é para mim [como] um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi.
6Como tu és bela! Como tu és agradável, ó amor em delícias!
7Esta tua estatura é semelhante à palmeira, e teus seios são [como] cachos [de uvas] .
8Eu disse: Subirei à palmeira, pegarei dos seus ramos; e então teus seios serão como os cachos da videira, e a fragrância de teu nariz como o das maçãs.
9E tua boca [seja] como o bom vinho; [Ela] : [Vinho] que se entra a meu amado suavemente, [e] faz falarem os lábios dos que dormem.
10Eu sou do meu amado, e ele me deseja.
11Vem, amado meu! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
12Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.
3Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram. [Eu lhes perguntei] : Vistes a quem minha alma ama?
4Pouco [depois] de me afastar deles, logo achei a quem minha alma ama. Eu o segurei, e não o deixei ir embora, até eu ter lhe trazido à casa de minha mãe, ao cômodo daquela que me gerou.
5Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo que não acordeis nem desperteis ao amor, até que ele queira.
6[Ele] : Quem é esta, que sobe do deserto como colunas de fumaça, perfumada com mirra, incenso, e com todo tipo de pó aromático de mercador?
1[Ele] : Já cheguei ao meu jardim, minha irmã, [minha] esposa; colhi minha mirra com minha especiaria; comi meu mel, bebi meu vinho com meu leite. [Autor do poema (ou os amigos dos noivos)] : Comei, amigos; bebei, ó amados, e embebedai-vos.
2[Ela] : Eu estava dormindo, mas meu coração vigiava; era a voz de meu amado, batendo: Abre-me, minha irmã, minha querida, minha pomba, minha perfeita! Porque minha cabeça está cheia de orvalho, meus cabelos das gotas da noite.
16Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.
17Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.
2[Ela] : Beije-me ele com os beijos de sua boca, porque teu amor é melhor do que o vinho.
5Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça, que pastam entre os lírios.
6Antes do dia nascer, e das sombras fugirem, irei ao monte de mirra, e ao morro do incenso.
1[Moças] : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?
2[Ela] : Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar [seu rebanho] nos jardins, e para colher lírios.
3Eu sou do meu amado, e meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.
16Sua boca é [cheia] de doçura, e ele é desejável em todos os sentidos; assim é o meu amado; assim é o meu querido, ó filhas de Jerusalém.
18Vem [comigo] ; iremos nos embebedar de paixões até a manhã, e nos alegraremos de amores.
4Meu amado meteu sua mão pelo buraco [da porta] , e meu interior se estremeceu por ele.
5Eu me levantei para abrir a meu amado; minhas mãos gotejavam mirra, e meus dedos [derramaram] mirra sobre os puxadores da fechadura.
6Eu abri a porta ao meu amado, porém meu amado já tinha saído e ido embora; minha alma como que saía [de si] por causa de seu falar. Eu o busquei, mas não o achei; eu o chamei, mas ele não me respondeu.
9Tomaste meu coração, minha irmã, minha esposa; tomaste o meu coração com um de teus olhos, com um colar de teu pescoço.
4Toma-me contigo, [e] corramos; traga-me o rei aos seus quartos. [Moças] : Em ti nos alegraremos e nos encheremos de alegria; nos agradaremos mais de teu amor do que do vinho; [Ela] : Elas estão certas em te amar;
19[Seja ela] uma cerva amorosa e gazela graciosa; que os seios dela te fartem em todo tempo; e anda pelo caminho do amor dela continuamente.
7Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas [o teu gado] ? Onde [o] recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas?
8Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que, se achardes o meu amado, dizei a ele que estou doente de amor.
9[Moças] : Ó tu mais bela entre as mulheres, como é o teu amado, ao qual tu amas mais do que qualquer outro? Como é este teu amado, mais amado do que qualquer outro, pelo qual assim nos ordenas jurar?
5Afasta teus olhos de mim, pois eles me deixam desconcertado. Teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem de Gileade.
13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.
12Jardim fechado és tu, minha irmã, minha esposa; manancial fechado, uma fonte selada.