Cântico dos Cânticos 4:16
[Ela] : Levanta-te, vento norte! E vem tu, vento sul! Assopra em meu jardim, para que espalhem os seus aromas! Que meu amado venha a seu jardim, e coma de seus excelentes frutos.
[Ela] : Levanta-te, vento norte! E vem tu, vento sul! Assopra em meu jardim, para que espalhem os seus aromas! Que meu amado venha a seu jardim, e coma de seus excelentes frutos.
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8[Vem] comigo do Líbano, ó esposa minha, vem comigo do Líbano; desce do cume de Amaná, do cume de Senir e de Hermom, das montanhas das leoas, dos montes dos leopardos.
9Tomaste meu coração, minha irmã, minha esposa; tomaste o meu coração com um de teus olhos, com um colar de teu pescoço.
10Como são agradáveis os teus amores, minha irmã, minha esposa! São bem melhores do que o vinho; e o cheiro de teus unguentos [é melhor] que todas as especiarias.
11Favos de mel descem de teus lábios, ó esposa; mel e leite estão debaixo de tua língua; e o cheiro de teus vestidos é como o cheiro do Líbano.
12Jardim fechado és tu, minha irmã, minha esposa; manancial fechado, uma fonte selada.
13Tuas plantas são uma horta de romãs, com frutos excelentes: hena e nardo.
14Nardo, açafrão, cálamo e canela; com todo tipo de árvores de incenso: mirra, aloés, com todas as melhores especiarias.
15[Tu és] uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.
1[Ele] : Já cheguei ao meu jardim, minha irmã, [minha] esposa; colhi minha mirra com minha especiaria; comi meu mel, bebi meu vinho com meu leite. [Autor do poema (ou os amigos dos noivos)] : Comei, amigos; bebei, ó amados, e embebedai-vos.
2[Ela] : Eu estava dormindo, mas meu coração vigiava; era a voz de meu amado, batendo: Abre-me, minha irmã, minha querida, minha pomba, minha perfeita! Porque minha cabeça está cheia de orvalho, meus cabelos das gotas da noite.
10Meu amado me responde, e me diz: Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
11Porque eis que o inverno já passou; a chuva se acabou, e foi embora.
12As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.
13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.
1[Moças] : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?
2[Ela] : Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar [seu rebanho] nos jardins, e para colher lírios.
3Eu sou do meu amado, e meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.
8Eu disse: Subirei à palmeira, pegarei dos seus ramos; e então teus seios serão como os cachos da videira, e a fragrância de teu nariz como o das maçãs.
9E tua boca [seja] como o bom vinho; [Ela] : [Vinho] que se entra a meu amado suavemente, [e] faz falarem os lábios dos que dormem.
10Eu sou do meu amado, e ele me deseja.
11Vem, amado meu! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
12Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.
13As mandrágoras espalham seu perfume, e junto a nossas portas há todo tipo de excelentes frutos, novos e velhos; eu os guardei para ti, meu amado.
13[Ele] : Ó tu que habitas nos jardins, teus colegas prestam atenção à tua voz: faze com que eu [também possa] ouvi-la.
14[Ela] : Vem depressa, meu amado! E faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, nas montanhas de ervas aromáticas!
12[Ela] : Enquanto o rei está sentado à sua mesa, meu nardo dá a sua fragrância.
13Meu amado é para mim [como] um saquinho de mirra que passa a noite entre meus seios;
14Meu amado é para mim [como] um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi.
6Antes do dia nascer, e das sombras fugirem, irei ao monte de mirra, e ao morro do incenso.
5Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo que não acordeis nem desperteis ao amor, até que ele queira.
6[Ele] : Quem é esta, que sobe do deserto como colunas de fumaça, perfumada com mirra, incenso, e com todo tipo de pó aromático de mercador?
4Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
5[Outras pessoas] : Quem é esta, que sobe da terra desabitada, reclinada sobre seu amado? [Ela] : Debaixo de uma macieira te despertei; ali tua mãe te fez nascer com dores; ali te fez nascer aquela que te gerou.
16Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.
17Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.
3[Ela] : Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.
4Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.
18Vem [comigo] ; iremos nos embebedar de paixões até a manhã, e nos alegraremos de amores.
1Agora cantarei a meu amado o cântico de meu querido de sua vinha: meu amado tem uma vinha, em um morro fértil;
2[Ela] : Beije-me ele com os beijos de sua boca, porque teu amor é melhor do que o vinho.
11[Ele ou ela] : Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale; para ver se as videiras estavam floridas, [e se] as romãzeiras brotavam.
4Toma-me contigo, [e] corramos; traga-me o rei aos seus quartos. [Moças] : Em ti nos alegraremos e nos encheremos de alegria; nos agradaremos mais de teu amor do que do vinho; [Ela] : Elas estão certas em te amar;
7Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
8[Esta é] a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.
16Sua boca é [cheia] de doçura, e ele é desejável em todos os sentidos; assim é o meu amado; assim é o meu querido, ó filhas de Jerusalém.
16[Ela] : Como tu és belo, meu amado! Como [tu és] agradável! E o nosso leito se enche de folhagens.
7Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas [o teu gado] ? Onde [o] recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas?
4Meu amado meteu sua mão pelo buraco [da porta] , e meu interior se estremeceu por ele.
6Como tu és bela! Como tu és agradável, ó amor em delícias!