2 Coríntios 11:32
Em Damasco, o governador subordinado ao Rei Aretas pôs guardas na cidade dos damascenos, querendo me prender.
Em Damasco, o governador subordinado ao Rei Aretas pôs guardas na cidade dos damascenos, querendo me prender.
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33E me fizeram descer num cesto por uma janela da muralha [da cidade] , e [assim] escapei das mãos dele.
10O que eu também fiz em Jerusalém; e tendo recebido autoridade dos chefes dos sacerdotes, eu pus em prisões a muitos dos santos; e quando eles eram mortos, eu [também] dava meu voto contra [eles] .
11E tendo lhes dado punição muitas vezes por todas as sinagogas, eu os forcei a blasfemarem. E estando extremamente enfurecido contra eles, até nas cidades estrangeiras eu os persegui;
12Nas quais, indo eu até Damasco, com autoridade e comissão dos chefes dos sacerdotes;
13Ao meio dia, vi no caminho, rei, uma luz do céu, que brilhava muito mais que o sol, e que encheu de claridade ao redor de mim e dos que iam comigo.
10E eu disse: Que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, e vai a Damasco, e ali te será dito tudo o que te é ordenado fazer.
11E quando eu não [conseguia] ver, por causa da glória daquela luz, eu fui levado pela mão dos que estavam comigo, e [assim] cheguei a Damasco.
4[Eu] , que persegui este caminho até a morte, atando tanto a homens como a mulheres, e [os] entregando a prisões.
5Assim como também o sumo sacerdote me é testemunha, e todo o conselho dos anciãos; dos quais eu, tendo tomado cartas para os irmãos, fui a Damasco para que os que estivessem ali, eu também os trouxesse amarrados a Jerusalém, para que fossem castigados.
6Mas aconteceu que, estando eu no caminho, e chegando perto de Damasco, quase ao meio dia, de repente uma grande luz do céu brilhou ao redor de mim.
7Eu cai ao chão, e ouvi uma voz, que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
31O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é bendito eternamente, sabe que eu não estou mentindo.
17nem subi a Jerusalém para os que já eram apóstolos antes de mim; em vez disso, parti para a Arábia, e voltei outra vez a Damasco.
17E aconteceu a mim, tendo eu voltado a Jerusalém, e estando orando no Templo, veio-me um êxtase;
18E eu vi aquele que me dizia: Apressa-te, e sai logo de Jerusalém, porque não aceitarão teu testemunho sobre mim.
19E eu disse: Senhor, eles sabem que eu prendia e açoitava nas sinagogas aqueles que criam em ti.
20E quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, eu também estava presente, e consentia em sua morte, e guardava as roupas daqueles que o matavam.
24Mas as ciladas deles foram conhecidas por Saulo; e eles vigiavam as portas, tanto de dia como de noite, para poderem matá-lo.
25Porém os discípulos, tomando-o de noite, levaram-no abaixo pelo muro em um cesto.
7Mas tendo vindo sobre [nós] o comandante Lísias, com grande violência, tirou [-o] das nossas mãos;
10E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.
2E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, para que se achasse alguns deste caminho, tanto homens como mulheres, ele [os] trouxesse presos a Jerusalém.
11Perseguições, aflições; tais quais aconteceram a mim em Antioquia, em Icônio [e] em Listra; tais perseguições eu sofri; e o Senhor me livrou de todas elas.
30E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.
31Tendo então os soldados tomado a Paulo, assim como lhes tinha sido ordenado, trouxeram-no durante a noite a Antipátride.
31E eles, procurando matá-lo, a notícia chegou ao comandante e aos soldados, de que toda Jerusalém estava em confusão.
32O qual, tendo tomado logo consigo soldados e centuriões, correu até eles. E eles, vendo ao comandante e aos soldados, pararam de ferir a Paulo.
33Então o comandante, tendo se aproximado, prendeu-o, e mandou que ele fosse atado em duas correntes; e perguntou quem ele era, e o que ele tinha feito.
3Pedindo favor contra ele, para que o fizesse vir a Jerusalém, preparando cilada para o matarem no caminho.
27Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.
13Pois já ouvistes da minha conduta no judaísmo, como em excesso eu perseguia e tentava destruir a Igreja de Deus;
15Por causa do qual, estando eu em Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus compareceram [a mim] , pedindo julgamento contra ele.
19Portanto, rei Agripa, eu não fui desobediente à visão celestial.
26Muitas vezes em viagens, em perigos de rios, em perigos de assaltantes, em perigos dos da [minha] nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos;
16E quando chegamos a Roma, o centurião entregou os prisioneiros ao chefe da guarda, mas a Paulo foi permitido morar por si mesmo à parte, junto com o soldado que o guardava.
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
18Os quais, tendo me investigado, queriam [me] soltar, por não haver em mim nenhum crime de morte.
31para que eu esteja livre dos desobedientes na Judeia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem aceito pelos santos,
5E fazendo-se uma rebelião, tanto de judeus como de gentios, juntos com seus líderes, para falarem mal deles, e os apedrejarem.
19E quando Herodes o buscou, e não o achou, tendo investigado aos guardas, mandou que eles fossem levados [para serem mortos] . E partindo da Judeia para Cesareia, ficou [ali] .
22E agora eis que, estando eu atado ao Espírito, estou indo a Jerusalém, não sabendo o que me acontecerá;
23A não ser pelo que o Espírito Santo em cada cidade [me] dá testemunho, dizendo que prisões e aflições me esperam.
20Ou digam estes mesmos, se eles acharam alguma má ação em mim quando eu estava perante o Supremo Conselho;
19Servindo ao Senhor com toda humildade, muitas lágrimas, e tentações, que sobrevieram a mim pelas ciladas dos judeus;
13Eu [até que] gostaria de retê-lo comigo, para que como teu [substituto] ele me servisse nas prisões do Evangelho;
21Depois fui para as regiões da Síria e da Cilícia.
13de maneira que se tornou evidente a toda a guarda pretoriana, e a todos os demais, que as minhas prisões são em Cristo;
11E tendo Pedro voltado a si, disse: Agora eu sei verdadeiramente que o Senhor enviou a seu anjo, e me livrou da mão de Herodes, e de toda a expectativa do povo dos judeus.
23E tendo sido lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse em segurança.