Atos dos Apóstolos 24:20
Ou digam estes mesmos, se eles acharam alguma má ação em mim quando eu estava perante o Supremo Conselho;
Ou digam estes mesmos, se eles acharam alguma má ação em mim quando eu estava perante o Supremo Conselho;
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18N [isto] , tendo eu me purificado, nem com multidões, nem com tumulto, alguns judeus da Ásia me acharam,
19Os quais era necessário que estivessem [aqui] presentes diante de ti, se tivessem alguma coisa contra mim.
21A não ser somente esta palavra com que, quando eu estava entre eles, clamei, que pela ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado hoje por vós.
8investigando-o tu mesmo, poderás entender todas estas coisas das quais o acusamos.
9E os judeus também concordaram, dizendo serem estas coisas assim.
10Mas Paulo, fazendo gesto ao governador para que falasse, respondeu: Sabendo eu que por muitos anos tu tens sido juiz desta nação, com maior ânimo eu me defendo.
11Pois tu podes entender que há não mais que doze dias, eu tinha subido a Jerusalém para adorar.
12E nem me acharam falando com alguém no Templo, nem incitando ao povo, nem nas sinagogas, nem na cidade.
13E nem podem provar as coisas das quais agora estão me acusando.
14Mas isto eu te confesso, que conforme o Caminho que eles chamam de seita, assim eu sirvo ao Deus dos [meus] pais, crendo em tudo que está escrito na Lei e nos profetas;
10E Paulo disse: Eu estou diante do tribunal de César, onde eu tenho que ser julgado; a nenhum dos judeus eu fiz mal, assim como também tu sabes muito bem.
11Porque se eu fiz algum mal, ou cometi algo digno de morte, eu não recuso morrer; mas se nada há das coisas que este me acusam, ninguém pode me entregar a eles. Eu apelo a César.
15Por causa do qual, estando eu em Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus compareceram [a mim] , pedindo julgamento contra ele.
16Aos quais eu respondi não ser costume dos romanos entregar a algum homem à morte, antes que o acusado tenha seus acusadores face a face, e tenha oportunidade para se defender da acusação.
17Portanto, tendo eles se reunido aqui, fazendo nenhum adiamento, no [dia] seguinte, estando eu sentado no tribunal, mandei trazer ao homem.
18Do qual os acusadores estando [aqui] presentes, trouxeram como acusação nenhuma das coisas que eu suspeitava.
1E Paulo, olhando fixamente a [os d] o Supremo Conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.
8Ele, disse em sua defesa: Eu não pequei nem contra a Lei dos judeus, nem contra o Templo, nem contra César, em coisa alguma.
1Homens irmãos, e pais, ouvi agora minha defesa para convosco.
28E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao Supremo Conselho deles.
29O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.
30E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
18Os quais, tendo me investigado, queriam [me] soltar, por não haver em mim nenhum crime de morte.
19Mas os judeus, dizendo em contrário, eu fui forçado a apelar a César; [mas] não como que eu tenha que acusar a minha nação.
27E quando os trouxeram, apresentaram-nos ao Supremo Conselho. E o sumo sacerdote perguntou a eles, dizendo:
14Vós me trouxestes a este homem, como que perverte o povo; e eis que eu, examinando-o em vossa presença, nenhuma culpa eu acho neste homem, das de que o acusais.
5Ele disse: Então aqueles dentre vós que podem, desçam com [igo] , e se houver alguma coisa errada neste homem, acusem-no.
2Eu me considero feliz, rei Agripa, de que diante de ti eu esteja hoje fazendo minha defesa de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus;
9E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.
40Porque corremos perigo de que hoje sejamos acusados de rebelião, tendo causa nenhuma para dar como explicação para este tumulto.
16E nisto eu pratico, [em que] tanto para com Deus como para com os seres humanos eu sempre tenha uma consciência limpa.
4E os que estavam ali disseram: Tu insultas ao sumo sacerdote de Deus?
26Do qual eu não tenho coisa alguma certa para escrever ao [meu] senhor; por isso que eu o trouxe diante de vós; e principalmente diante de ti, rei Agripa, para que, sendo feita a investigação, eu tenha algo para escrever.
30E tendo ele dito isto, o rei se levantou, e [também] o governador, Berenice, e os que estavam sentados com eles.
31E reunindo-se à parte, falavam uns aos outros, dizendo: Este homem nada faz [que seja] digno de morte ou de prisões.
26Porque o rei, a quem eu estou falando livremente, ele sabe [muito bem] destas coisas; porque eu não creio que nenhuma disto lhe seja oculto; por que isto não foi feito num canto.
20E eu, estando em duvida sobre [como] interrogar esta causa, disse, [perguntando] se ele queria ir a Jerusalém, e lá ser julgado sobre estas coisas.
12E incitaram ao povo, aos anciãos e aos escribas; e vieram sobre [Estêvão] , e o detiveram, e o levaram ao Supremo Conselho.
21Mas eles lhe disseram: Nós nem recebemos cartas da Judeia relacionadas a ti, nem algum dos irmãos, tendo vindo aqui, tem nos informado ou falado de ti algum mal.
24E Festo disse: Rei Agripa, e todos os homens que estais presentes [aqui] conosco, vós vedes este [homem] , a quem toda a multidão dos judeus, tanto em Jerusalém como aqui, tem apelado a mim, clamando que ele não deve mais viver.
19E eu disse: Senhor, eles sabem que eu prendia e açoitava nas sinagogas aqueles que criam em ti.
20E quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, eu também estava presente, e consentia em sua morte, e guardava as roupas daqueles que o matavam.
20E ele disse: Os judeus combinaram de te pedirem que amanhã tu leves a Paulo ao Supremo Conselho, como se fosse para que lhe perguntem mais detalhadamente;
6E agora, pela esperança da promessa que por Deus foi dada aos nossos pais, eu estou [aqui] sendo julgado.
3Esta é a minha defesa para com os que me condenam.
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
22E eles o ouviram até esta palavra, e [em seguida] levantaram suas vozes, dizendo: Extermina-o da terra! Porque não é bom que ele viva.
16Dizendo: O que faremos a estes homens? Porque um sinal notório foi feito por eles, manifesto a todos os que habitam em Jerusalém, e não podemos negar.
35Disse: Eu te ouvirei quando também vierem [aqui] teus acusadores.E mandou que o guardassem na [s dependências da] sala de audiência de Herodes.