Atos dos Apóstolos 26:6
E agora, pela esperança da promessa que por Deus foi dada aos nossos pais, eu estou [aqui] sendo julgado.
E agora, pela esperança da promessa que por Deus foi dada aos nossos pais, eu estou [aqui] sendo julgado.
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7À qual nossas doze tribos, servindo continuamente [a Deus] de dia e de noite, esperam chegar; pela qual esperança, rei Agripa, eu sou acusado pelos judeus.
8Por que se julga como incrível entre vós que Deus ressuscite aos mortos?
19Mas os judeus, dizendo em contrário, eu fui forçado a apelar a César; [mas] não como que eu tenha que acusar a minha nação.
20Então por esta causa eu vos chamei até mim, para [vos] ver e falar; porque pela esperança de Israel eu estou agora preso nesta corrente.
19Os quais era necessário que estivessem [aqui] presentes diante de ti, se tivessem alguma coisa contra mim.
20Ou digam estes mesmos, se eles acharam alguma má ação em mim quando eu estava perante o Supremo Conselho;
21A não ser somente esta palavra com que, quando eu estava entre eles, clamei, que pela ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado hoje por vós.
1E Agripa disse a Paulo: É permitido a ti falar por ti mesmo.Então Paulo, estendendo a mão, respondeu em sua defesa:
2Eu me considero feliz, rei Agripa, de que diante de ti eu esteja hoje fazendo minha defesa de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus;
3Principalmente [por] eu saber que tu sabes de todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso eu te rogo que tu me ouças com paciência.
4Ora, a minha vida é conhecida por todos os judeus, desde a [minha] juventude, que desde o princípio tem sido entre [os de] minha nação em Jerusalém;
5Eles me conhecem desde o começo, se quiserem testemunhar, de que conforme a mais rigorosa divisão de nossa religião, eu vivi [como] fariseu.
10E Paulo disse: Eu estou diante do tribunal de César, onde eu tenho que ser julgado; a nenhum dos judeus eu fiz mal, assim como também tu sabes muito bem.
11Porque se eu fiz algum mal, ou cometi algo digno de morte, eu não recuso morrer; mas se nada há das coisas que este me acusam, ninguém pode me entregar a eles. Eu apelo a César.
6E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no Supremo Conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.
1Homens irmãos, e pais, ouvi agora minha defesa para convosco.
14Mas isto eu te confesso, que conforme o Caminho que eles chamam de seita, assim eu sirvo ao Deus dos [meus] pais, crendo em tudo que está escrito na Lei e nos profetas;
15Tendo esperança em Deus, ao qual estes mesmos também esperam, que vai haver ressurreição dos mortos, tanto dos justos como dos injustos.
19Portanto, rei Agripa, eu não fui desobediente à visão celestial.
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
22Porém tendo eu obtido socorro de Deus, permaneço até o dia de hoje, dando testemunho tanto a pequenos como a grandes; não dizendo nada além dos que as [coisas] que os profetas e Moisés tinham dito que estavam para acontecer;
26Do qual eu não tenho coisa alguma certa para escrever ao [meu] senhor; por isso que eu o trouxe diante de vós; e principalmente diante de ti, rei Agripa, para que, sendo feita a investigação, eu tenha algo para escrever.
15Por causa do qual, estando eu em Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus compareceram [a mim] , pedindo julgamento contra ele.
16Aos quais eu respondi não ser costume dos romanos entregar a algum homem à morte, antes que o acusado tenha seus acusadores face a face, e tenha oportunidade para se defender da acusação.
17Portanto, tendo eles se reunido aqui, fazendo nenhum adiamento, no [dia] seguinte, estando eu sentado no tribunal, mandei trazer ao homem.
18Do qual os acusadores estando [aqui] presentes, trouxeram como acusação nenhuma das coisas que eu suspeitava.
16Mas levanta-te, e fica de pé, porque para isto eu apareci a ti, para te predeterminar como trabalhador e testemunha, tanto das coisas que [já] tens visto, como das coisas que eu [ainda] aparecerei a ti;
17Livrando-te d [este] povo, e [dos] gentios, aos quais agora eu te envio.
7E agora, SENHOR, o que eu espero? Minha esperança [está] em ti.
26Porque o rei, a quem eu estou falando livremente, ele sabe [muito bem] destas coisas; porque eu não creio que nenhuma disto lhe seja oculto; por que isto não foi feito num canto.
27Rei Agripa, tu crês nos profetas? Eu sei que tu crês.
2Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos princípios dos tempos,
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
13Eu te mando, diante de Deus que vivifica todas as coisas, e de Cristo Jesus, que testemunhou a boa confissão diante de Pôncio Pilatos,
29E Paulo disse: Meu desejo a Deus é que, por pouco ou por muito, não somente tu, mas todos os que estão me ouvindo hoje, tais vos tornásseis assim como eu sou, a não ser por estas correntes.
30E tendo ele dito isto, o rei se levantou, e [também] o governador, Berenice, e os que estavam sentados com eles.
10Mas Paulo, fazendo gesto ao governador para que falasse, respondeu: Sabendo eu que por muitos anos tu tens sido juiz desta nação, com maior ânimo eu me defendo.
11E [n] a noite seguinte o Senhor, aparecendo-lhe, disse: Tem bom ânimo, Paulo! Porque assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim é necessário que tu dês testemunho também em Roma.
24Pois fomos salvos na esperança. Ora, a esperança que se vê não é esperança; afinal, por que alguém ainda espera o que já vê?
1¶ Paulo, apóstolo de Jesus Cristo segundo o mandado de Deus nosso Salvador, e do Senhor Jesus Cristo, nossa esperança.
13O Deus da esperança vos encha de toda alegria e paz na fé, para que abundeis em esperança no poder do Espírito Santo.
23Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;
13O Deus de Abraão, e de Isaque, e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus, ao qual vós entregastes, e diante do rosto de Pilatos o negastes, [mesmo] ele julgando que fosse solto.
32E nós vos anunciamos o Evangelho da promessa que foi feita aos pais; ao qual Deus já nos cumpriu a nós, filhos deles, ressuscitando a Jesus.
12Nas quais, indo eu até Damasco, com autoridade e comissão dos chefes dos sacerdotes;
22E agora eis que, estando eu atado ao Espírito, estou indo a Jerusalém, não sabendo o que me acontecerá;
1E Paulo, olhando fixamente a [os d] o Supremo Conselho, disse: Homens irmãos, com toda boa consciência eu tenho andado diante de Deus até o dia de hoje.
29O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.
8Ele, disse em sua defesa: Eu não pequei nem contra a Lei dos judeus, nem contra o Templo, nem contra César, em coisa alguma.
25Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.