Atos dos Apóstolos 26:7
À qual nossas doze tribos, servindo continuamente [a Deus] de dia e de noite, esperam chegar; pela qual esperança, rei Agripa, eu sou acusado pelos judeus.
À qual nossas doze tribos, servindo continuamente [a Deus] de dia e de noite, esperam chegar; pela qual esperança, rei Agripa, eu sou acusado pelos judeus.
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2Eu me considero feliz, rei Agripa, de que diante de ti eu esteja hoje fazendo minha defesa de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus;
3Principalmente [por] eu saber que tu sabes de todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso eu te rogo que tu me ouças com paciência.
4Ora, a minha vida é conhecida por todos os judeus, desde a [minha] juventude, que desde o princípio tem sido entre [os de] minha nação em Jerusalém;
5Eles me conhecem desde o começo, se quiserem testemunhar, de que conforme a mais rigorosa divisão de nossa religião, eu vivi [como] fariseu.
6E agora, pela esperança da promessa que por Deus foi dada aos nossos pais, eu estou [aqui] sendo julgado.
19Mas os judeus, dizendo em contrário, eu fui forçado a apelar a César; [mas] não como que eu tenha que acusar a minha nação.
20Então por esta causa eu vos chamei até mim, para [vos] ver e falar; porque pela esperança de Israel eu estou agora preso nesta corrente.
19Portanto, rei Agripa, eu não fui desobediente à visão celestial.
8Por que se julga como incrível entre vós que Deus ressuscite aos mortos?
26Do qual eu não tenho coisa alguma certa para escrever ao [meu] senhor; por isso que eu o trouxe diante de vós; e principalmente diante de ti, rei Agripa, para que, sendo feita a investigação, eu tenha algo para escrever.
27Porque não me parece razoável enviar a um prisioneiro, sem também informar as acusações contra ele.
26Porque o rei, a quem eu estou falando livremente, ele sabe [muito bem] destas coisas; porque eu não creio que nenhuma disto lhe seja oculto; por que isto não foi feito num canto.
27Rei Agripa, tu crês nos profetas? Eu sei que tu crês.
19Os quais era necessário que estivessem [aqui] presentes diante de ti, se tivessem alguma coisa contra mim.
20Ou digam estes mesmos, se eles acharam alguma má ação em mim quando eu estava perante o Supremo Conselho;
21A não ser somente esta palavra com que, quando eu estava entre eles, clamei, que pela ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado hoje por vós.
13E nem podem provar as coisas das quais agora estão me acusando.
14Mas isto eu te confesso, que conforme o Caminho que eles chamam de seita, assim eu sirvo ao Deus dos [meus] pais, crendo em tudo que está escrito na Lei e nos profetas;
15Tendo esperança em Deus, ao qual estes mesmos também esperam, que vai haver ressurreição dos mortos, tanto dos justos como dos injustos.
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
22Porém tendo eu obtido socorro de Deus, permaneço até o dia de hoje, dando testemunho tanto a pequenos como a grandes; não dizendo nada além dos que as [coisas] que os profetas e Moisés tinham dito que estavam para acontecer;
6E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus, e outra de fariseus, ele clamou no Supremo Conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; pela esperança e ressurreição dos mortos eu estou sendo julgado.
15Por causa do qual, estando eu em Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus compareceram [a mim] , pedindo julgamento contra ele.
16Aos quais eu respondi não ser costume dos romanos entregar a algum homem à morte, antes que o acusado tenha seus acusadores face a face, e tenha oportunidade para se defender da acusação.
11Pois tu podes entender que há não mais que doze dias, eu tinha subido a Jerusalém para adorar.
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
23Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;
31para que eu esteja livre dos desobedientes na Judeia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem aceito pelos santos,
23Então no dia seguinte, tendo vindo Agripa e Berenice, com muita pompa, e entrando no auditório com os comandantes e os homens mais importantes da cidade, trouxeram a Paulo por ordem de Festo.
24E Festo disse: Rei Agripa, e todos os homens que estais presentes [aqui] conosco, vós vedes este [homem] , a quem toda a multidão dos judeus, tanto em Jerusalém como aqui, tem apelado a mim, clamando que ele não deve mais viver.
19Servindo ao Senhor com toda humildade, muitas lágrimas, e tentações, que sobrevieram a mim pelas ciladas dos judeus;
18Do qual os acusadores estando [aqui] presentes, trouxeram como acusação nenhuma das coisas que eu suspeitava.
12Alegrai-vos na esperança. Sede pacientes na aflição. Perseverai na oração.
7E agora, SENHOR, o que eu espero? Minha esperança [está] em ti.
10E Paulo disse: Eu estou diante do tribunal de César, onde eu tenho que ser julgado; a nenhum dos judeus eu fiz mal, assim como também tu sabes muito bem.
11Porque se eu fiz algum mal, ou cometi algo digno de morte, eu não recuso morrer; mas se nada há das coisas que este me acusam, ninguém pode me entregar a eles. Eu apelo a César.
2Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos princípios dos tempos,
19Pois, afinal, qual é nossa esperança, ou alegria, ou coroa de orgulho? Por acaso não sois vós mesmos, diante de nosso Senhor Jesus Cristo em sua vinda?
24Pois fomos salvos na esperança. Ora, a esperança que se vê não é esperança; afinal, por que alguém ainda espera o que já vê?
8Ele, disse em sua defesa: Eu não pequei nem contra a Lei dos judeus, nem contra o Templo, nem contra César, em coisa alguma.
11Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo empenho até o fim, para que a [vossa] esperança seja completa;
1Homens irmãos, e pais, ouvi agora minha defesa para convosco.
13O Deus da esperança vos encha de toda alegria e paz na fé, para que abundeis em esperança no poder do Espírito Santo.
29E Paulo disse: Meu desejo a Deus é que, por pouco ou por muito, não somente tu, mas todos os que estão me ouvindo hoje, tais vos tornásseis assim como eu sou, a não ser por estas correntes.
8Ó tu, esperança de Israel, Redentor seu em tempo de angústia! Por que serias tu como um peregrino na terra, e como um caminhante que [apenas] se recolhe para passar a noite?
19Temos essa esperança como uma segura e firme âncora da alma, que entra ao interior, além do véu,
13E passados alguns dias, o Rei Agripa e Berenice vieram a Cesareia para saudar a Festo.
13O Deus de Abraão, e de Isaque, e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus, ao qual vós entregastes, e diante do rosto de Pilatos o negastes, [mesmo] ele julgando que fosse solto.
13Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;
31E reunindo-se à parte, falavam uns aos outros, dizendo: Este homem nada faz [que seja] digno de morte ou de prisões.