Êxodo 23:8
Não receberás suborno; porque o suborno cega aos que veem, e perverte as palavras justas.
Não receberás suborno; porque o suborno cega aos que veem, e perverte as palavras justas.
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19Não distorças o direito; não faças acepção de pessoas, nem tomes suborno; porque o suborno cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos.
20A justiça, a justiça seguirás, para que vivas e herdes a terra que o SENHOR teu Deus te dá.
23O perverso toma o presente do seio, para perverter os caminhos da justiça.
7Verdadeiramente a opressão faz até o sábio enlouquecer, e o suborno corrompe o coração.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
7De palavra de mentira te afastarás, e não matarás ao inocente e justo; porque eu não justificarei ao ímpio.
23[Ai d] os que inocentam o perverso por causa de suborno, e se desviam da justiça dos justos!
8O presente é [como] uma pedra preciosa aos olhos de seus donos; para onde quer que se voltar, [tentará] ter algum proveito.
17Não distorcerás o direito do peregrino e do órfão; nem tomarás por penhor a roupa da viúva:
7Seja, pois, convosco o temor do SENHOR; guardai e fazei: porque no SENHOR nosso Deus não há iniquidade, nem acepção de pessoas, nem receber suborno.
27Quem pratica a ganância perturba sua [própria] casa; mas quem odeia subornos viverá.
15O que anda em justiça, e que fala o que é correto; que rejeita o ganho [proveniente] de opressões, que com suas mãos faz o gesto de “não” aos subornos, que tapa seus ouvidos para não ouvir sobre [crimes de] sangue, e fecha seus olhos para não ver o mal.
4O rei por meio da justiça firma a terra; mas o amigo de subornos a transtorna.
5Não é bom favorecer ao perverso para prejudicar ao justo num julgamento.
14Não amaldiçoes ao surdo, e diante do cego não ponhas tropeço, mas terás temor de teu Deus: Eu sou o SENHOR.
15Não farás injustiça no juízo: não favorecerás deslealmente ao pobre, nem honrarás a face do poderoso: com justiça julgarás a teu próximo.
1Não admitirás falso rumor. Não serás cúmplice com o ímpio para ser falsa testemunha.
2Não seguirás aos muitos para mal fazer; nem responderás em litigio inclinando-te à maioria para fazer injustiças;
3nem ao pobre privilegiarás em sua causa.
23Teus príncipes são rebeldes, e companheiros de ladrões; cada um deles ama os subornos, e perseguem recompensas; não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas.
10Nas mãos deles há más intenções; e sua mão direita é cheia de suborno.
12Suborno receberam em ti para derramarem sangue; juros e lucro tomaste, e exploraste gananciosamente o teu próximo, oprimindo-o; e esqueceste de mim, diz o Senhor DEUS.
18Também [dizeis] : “Qualquer um que jurar pelo altar, nada é; mas quem jurar pela oferta que [está] sobre ele, devedor é”.
19Tolos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar que santifica a oferta?
23Estes [provérbios] também são para os sábios: fazer acepção de pessoas num julgamento não é bom.
6Não comas o pão de quem tem olho maligno, nem cobices suas comidas gostosas.
21Fazer acepção de pessoas não é bom; porque até por um pedaço de pão o homem pode transgredir.
25E da mão de filho de estrangeiro não oferecereis o pão de vosso Deus de todas estas coisas; porque sua corrupção está nelas: há nelas falta, não se vos aceitarão.
9E não angustiarás ao estrangeiro: pois vós sabeis como se acha a alma do estrangeiro, já que estrangeiros fostes na terra do Egito.
35Ele não aceitará nenhum pagamento pela culpa; nem consentirá, ainda que aumentes os presentes.
7A violência [praticada] pelos perversos os destruirá, porque se negam a fazer o que é justo.
25Maldito o que receber presente para ferir de morte ao inocente. E dirá todo o povo: Amém.
4Então disseram: Nunca nos caluniaste, nem oprimi, nem tomaste algo da mão de nenhum homem.
8Não consentirás com ele, nem lhe darás ouvido; nem teu olho o perdoará, nem terás compaixão, nem o encobrirás:
13Não terás em tua bolsa peso grande e peso pequeno.
14O presente em segredo extingue a ira; e a dádiva no colo [acalma] o forte furor.
35Não façais crime em juízo, em medida da terra, nem em peso, nem em outra medida.
4Pois aos corações deles tu encobriste do entendimento; portanto não os exaltarás.
37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem tua comida a ganho:
17Mas teus olhos e teu coração não são [para outra coisa] , a não ser para tua ganância, para derramar sangue inocente, e para praticar opressão e violência.
33Todas as prostitutas são pagas; mas tu deste teus pagamentos a todos os teus amantes; e lhes deste presentes, para que viessem a ti dos lugares ao redor, por causa de tuas prostituições.
21O perverso toma emprestado, e paga de volta; mas o justo se compadece e dá.
22Não roubes ao pobre, porque ele é pobre; nem oprimas ao aflito junto à porta do julgamento.
10Não mudes os limites antigos, nem ultrapasses as propriedades dos órfãos;
26Não estejas entre os que se comprometem em acordos com as mãos, [ou] os que ficam por fiadores de dívidas.
23Compra a verdade, e não a vendas; [faze o mesmo com] a sabedoria, a disciplina e a prudência.
8Não emprestar a juros, nem receber lucros; e desviar sua mão da injustiça, e fizer juízo entre dois homens com base na verdade;
8Eis que vós os confiais em palavras falsas, que não têm proveito algum.