Oséias 7:9
Estrangeiros devoram sua riqueza, sem que ele perceba; e até o cabelo grisalho se espalha por ele, e ele não percebeu.
Estrangeiros devoram sua riqueza, sem que ele perceba; e até o cabelo grisalho se espalha por ele, e ele não percebeu.
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10A soberba de Israel dá testemunho contra ele, porém não se convertem ao SENHOR seu Deus, nem o buscam, apesar de tudo isto.
8Efraim se mistura com os povos; Efraim é um bolo que não foi virado.
21Se seus filhos vierem a ter honra, ele não saberá; se forem humilhados, ele não perceberá.
22Ele apenas sente as dores em sua própria carne, e lamenta por sua própria alma.
29A beleza dos jovens é sua força; e a honra dos velhos é [seus] cabelos brancos.
21Sua carne desaparece da vista, e seus ossos, que antes não se viam, aparecem.
22Sua alma se aproxima da cova, e sua vida dos que causam a morte.
25Por isso ele derramou sobre eles o furor de sua ira, e a força da guerra; e os pôs em labaredas ao redor; porém [ainda assim] não entenderam; e ele os pôs para queimar, porém [ainda assim] não puseram [nisso] o coração.
9O que tu sabes que nós não saibamos? [O que] tu entendes que não tenhamos [entendido] ?
10Entre nós também há os que tenham cabelos grisalhos, também há os que são muito mais idosos que teu pai.
9E todo o povo [a] saberá: Efraim, e os moradores de Samaria, em soberba e arrogância de coração, dizem:
18E se vestirão de saco, e o tremor os cobrirá; em todos os rostos haverá vergonha, e todas as suas cabeças serão raspadas.
5E a soberba de Israel dará testemunho contra ele. Israel e Efraim cairão em sua maldade, e Judá cairá juntamente com eles.
6Com suas ovelhas e com suas vacas irão buscar o SENHOR, mas não o encontrarão; ele se retirou deles.
2De que também me serviria força de suas mãos, nos quais o vigor já pereceu?
6Como Esaú foi saqueado! Como seus tesouros foram tomados!
7Todos os teus aliados te moveram até as fronteiras; os que têm acordo de paz contigo te enganaram, prevaleceram contra ti; [os que comem] do teu pão porão armadilha para ti, (nele não há entendimento).
7Por isso eis que eu trarei sobre ti estrangeiros, os mais violentos das nações, os quais desembainharão suas espadas contra a beleza de tua sabedoria, e contaminarão o teu resplendor.
4Será que não tem conhecimento os praticantes de maldade, que devoram a meu povo, [como se] comessem pão? Eles não clamam a Deus.
6Porque uma nação subiu sobre minha terra, poderosa e sem número; seus dentes são dentes de leão, e têm presas de leoa.
7Assolou minha videira, e devastou minha figueira; desnudou-a por completo e a derrubou; seus ramos ficaram brancos.
7Pois ele não sabe o que irá acontecer. Quem pode lhe avisar o que vai acontecer, e quando?
11Ele diz em seu coração: Deus [já] se esqueceu; [já] escondeu o seu rosto, nunca mais [o] verá.
3Eu conheço a Efraim, e Israel não está oculto para mim; pois agora, ó Efraim, te prostituis, [e] Israel está contaminado.
29E se tomardes também este de diante de mim, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer minhas cãs com dor ao mundo dos mortos.
22De fato meu povo está louco, já não me conhecem; são filhos tolos, sem entendimento; são “sábios” para fazer o mal, mas para fazer o bem nada sabem.
12E estrangeiros o cortaram, os mais terríveis das nações, e o deixaram; seus ramos caíram sobre os montes e por todos os vales, e seus renovos foram quebrados por todas as correntes da terra; e todos os povos da terra saíram de sua sombra, e o deixaram.
13Por isso meu povo será levado capturado, porque não tem conhecimento; e seus nobres sofrem de fome, e sua multidão está seca de sede.
23Anda vagueando por comida, onde quer que ela esteja. Ele sabe que o dia das trevas está prestes a acontecer.
10Nunca mais voltará à sua casa, nem seu lugar o conhecerá.
7Vossa terra é uma ruína; vossas cidades foram queimadas; vossa terra os estranhos devastaram diante de vossa presença, e está arruinada como que destruída por estranhos.
13Porque este povo não se converteu àquele que o feriu, nem busca ao SENHOR dos exércitos.
9Já não vemos os nossos sinais; já não há mais profeta; e ninguém entre nós sabe até quando será assim.
6Meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as fizeram errar, pelos montes as desviaram; andaram de monte em morro, esqueceram-se de seu lugar de descanso.
31Cabelos grisalhos são uma coroa de honra, [caso] se encontrem no caminho de justiça.
46Os estrangeiros desfaleciam, E tremiam em seus esconderijos.
3O boi conhece a seu dono, e o jumento [sabe] a manjedoura de seu possuidor; [mas] Israel não conhece, meu povo não entende.
41Todos os que passam pelo caminho o despojaram; ele foi humilhado por seus vizinhos.
2E nem percebem em seus corações eu me lembro de toda a maldade deles; agora seus atos os cercam; diante de mim estão.
10Mas eu despirei a Esaú, descobrirei seus esconderijos, e não poderá se esconder; será destruída sua descendência, e também seus irmãos e seus vizinhos; e deixará de existir.
9Corromperam-se profundamente, como nos dias de Gibeá: [Deus] se lembrará de suas perversidades, seus pecados punirá.
27Por isso os moradores delas, com as mãos impotentes, ficaram atemorizados e envergonhados; eram [como] a erva do campo, e a grama verde, o capim dos telhados e o trigo queimado antes de crescer.
8Israel é tragado; agora são como um vaso que ninguém dá valor entre as nações.
10Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
15Eis que trarei sobre vós uma nação de longe, ó casa de Israel,diz o SENHOR; uma nação forte, nação bastante antiga; uma nação cuja língua não saberás, e o que falarem não entenderás.
50Nação feroz de rosto, que não terá respeito ao ancião, nem perdoará à criança:
13Vós que vos alegrais por nada, que dizeis: Não conquistamos Carnaim por nossa própria força?
7Eis aqui o homem que não pôs sua força em Deus, mas [preferiu] confiar a abundância de suas riquezas, e fortaleceu em sua maldade.
7E dizem: O SENHOR não vê [isso] , e o Deus de Jacó não está prestando atenção.
4E o seu belo ornamento, que está sobre a cabeça do vale fértil, será como a flor que murcha; como o primeiro fruto antes do verão, que, quando alguém o vê, pega e o come.