Jó 16:18
Ó terra! Não cubras o meu sangue, e não haja lugar para meu clamor!
Ó terra! Não cubras o meu sangue, e não haja lugar para meu clamor!
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15Costurei saco sobre minha pele, e revolvi minha cabeça no pó.
16Meu rosto está vermelho de choro, e minhas pálpebras estão escurecidas ao extremo;
17Apesar de não haver injustiça em minhas mãos, e de minha oração ser pura.
19Eis que mesmo agora minha testemunha está nos céus, e meu defensor nas alturas.
10E ele lhe disse: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão clama a mim desde a terra.
11Agora, pois, maldito sejas tu da terra que abriu sua boca para receber o sangue de teu irmão de tua mão:
8A ti, DEUS, eu clamei; e supliquei ao SENHOR,
9[Dizendo] : Que proveito [há] em meu sangue, [ou] em minha descida a cova? Por acaso o pó da terra te louvará, ou anunciará tua fidelidade?
12Ouve a minha oração, SENHOR; e dá ouvidos ao meu clamor; não te cales de minhas lágrimas, porque eu sou [como] um peregrino para contigo; estrangeiro, como todos os meus pais.
56Ouviste minha voz: não escondas o teu ouvido ao meu suspiro, ao meu clamor.
1Ó SENHOR, ouve minha oração; e que meu clamor chegue a ti.
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
7Porque seu sangue está em meio dela; sobre uma pedra exposta ela o pôs; não o derramou sobre a terra, para que fosse coberto com pó.
8Para que eu faça subir a ira, para me vingar, eu pus seu sangue sobre a pedra exposta, para que não seja coberta.
38Se minha terra clamar contra mim, e seus sulcos juntamente chorarem;
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
10E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, Santo e Verdadeiro Soberano, não julgas e vingas nosso sangue daqueles que habitam sobre a terra?
17O homem atormentado pelo sangue de alguma alma fugirá até a cova; ninguém o detenha.
9Não juntes minha alma com os pecadores, nem minha vida com homens sanguinários;
1A ti, SENHOR, rocha minha, eu clamo; não te silencies para comigo; para que não [aconteça de, se] tu calares quanto a mim, eu não [me torne] semelhante aos que descem à cova.
21Porque eis que o SENHOR sairá de seu lugar para punir a maldade dos moradores da terra sobre eles; e a terra mostrará seus sangues, e não mais cobrirá seus mortos.
24Julga-me conforme a tua justiça, SENHOR meu Deus; e não deixes eles se alegrarem de mim.
1Ouve, ó Deus, o meu clamor; presta atenção à minha oração.
22Ouçam-se gritos de suas casas, quando tu trouxeres tropas contra eles de repente; pois cavaram uma cova para me prender, e armaram laços para meus pés.
23Mas tu, SENHOR, conheces todo o plano deles contra mim para me matar; não perdoes sua maldade, nem apagues o pecado deles de diante de tua presença, e tropecem diante de ti; faze [assim] com eles no tempo de tua ira.
2Que minha oração chegue à tua presença; inclina os teus ouvidos ao meu clamor.
12Julgue o SENHOR entre mim e ti, e vingue-me de ti o SENHOR: porém minha mão não será contra ti.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
20Somente duas coisas não faças comigo; então eu não me esconderei de teu rosto:
14Livra-me das [transgressões] por derramamento de sangue, ó Deus, Deus de minha salvação; e minha língua louvará alegremente tua justiça.
17SENHOR, não me deixes envergonhado, pois eu clamo a ti; que os perversos se envergonhem, calem-se eles no mundo dos mortos.
15Não permitas que as correntes de águas me cubram, e que a profundeza não me devore, nem o poço feche sua boca sobre mim.
12Porque ele investiga os derramamentos de sangue, [e] lembra-se deles; não se esquece do clamor dos que sofrem.
18Por que me tiraste da madre? [Bom seria] se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
2Deus meu, eu clamo de dia, e tu não me respondes; também [clamo] de noite, e não tenho sossego.
20Clamo a ti, porém tu não me respondes; eu fico de pé, porém tu ficas [apenas] olhando para mim.
3Pois o inimigo persegue minha alma, atropela na terra a minha vida; [e] me obriga a viver na escuridão, como os que há muito [tempo] morreram.
1Ó Deus a quem eu louvo, não fiques calado.
5[Então] que o inimigo persiga a minha alma, e a alcance; e pise em terra a minha vida; e faça habitar minha honra no pó. (Selá)
10Para que não seja derramado sangue inocente em meio de tua terra, que o SENHOR teu Deus te dá por herança, e seja sobre ti sangue.
1Ouve, SENHOR, a [minha] justiça; presta atenção ao meu choro, dá ouvidos à minha oração de lábios que não enganam.
17Por ele não ter me matado no ventre, de modo que minha mãe teria sido minha sepultura, e o ventre uma gravidez perpétua.
1Deus, inclina os teus ouvidos à minha oração; e não te escondas de minha súplica.
22Toda a maldade deles venha diante de ti, e faze com eles assim como fizeste comigo por causa de todas as minhas transgressões; pois meus gemidos são muitos, e meu coração está desfalecido.
6Em minha angústia, clamei ao SENHOR, e roguei a meu Deus; desde o seu Templo ele ouviu a minha voz; e o meu clamor diante de seu rosto chegou aos ouvidos dele.
20Não caia, pois agora meu sangue em terra diante do SENHOR: porque saiu o rei de Israel a buscar uma pulga, assim como quem persegue uma perdiz pelos montes.
17Pois não estou destruído por causa das trevas, nem por causa da escuridão que encobriu meu rosto.
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
8Até quando clamo e dou vozes, fechou [os ouvidos] à minha oração.