Jó 30:29
Tornei-me irmão dos chacais, e companheiro dos avestruzes.
Tornei-me irmão dos chacais, e companheiro dos avestruzes.
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30Minha pele se escureceu sobre mim, e meus ossos se inflamam de febre.
31Por isso minha harpa passou a ser para lamentação, e minha flauta para vozes dos que choram.
28Ando escurecido, mas não pelo sol; levanto-me na congregação, e clamo por socorro.
6Estou semelhante a uma ave no deserto, estou como uma coruja num lugar desabitado.
7Fico alerta e estou como um pardal solitário sobre o telhado.
19Lançou-me na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
9Porém agora sirvo-lhes de chacota, e sou para eles um provérbio de escárnio.
13E em seus palácios crescerão espinhos; urtigas e cardos em suas fortalezas; e será habitação de chacais [e] habitação de avestruzes.
14E os animais do deserto se encontrarão com os lobos, e o bode berrará ao seu companheiro; os animais noturnos ali pousarão, e acharão lugar de descanso para si.
15Ali a coruja fará seu ninho e porá [ovos] , e tirará seus filhotes, e os recolherá debaixo de sua sombra; também ali os abutres se ajuntarão uns com os outros.
8Portanto lamentarei e uivarei, e andarei descalço e nu; farei uivos como de chacais, e lamentos como de filhotes de avestruzes.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
1Porém agora riem de mim os mais jovens do que eu, cujos pais eu havia desdenhado até de os pôr com os cães de meu rebanho.
20Os animais do campo me honrarão; os chacais e os filhotes de avestruz; porque porei águas no deserto, rios na terra vazia, para dar de beber a meu povo, meu escolhido.
13Abriram contra mim suas bocas, [como] leão que despedaça e ruge.
13Fiquei esperando até a manhã; como um leão ele quebrou todos os meus ossos; desde o dia até a noite tu me acabarás.
14Como o grou, [ou] a andorinha, assim eu fazia barulho; [e] gemia como uma pomba; ao alto eu levantava meus olhos. Ó SENHOR, estou oprimido! Sê tu minha segurança!
15E o avestruz, e a coruja, e a gaivota, e o gavião segundo sua espécie,
16E o mocho, e o corujão, e a coruja-branca,
17E o pelicano, e o gavião-pescador, e o corvo-marinho,
8Minha herança se tornou para mim como um leão na floresta: ela levantou sua voz contra mim; por isso que eu a odeio.
9Não é minha herança para mim uma ave de rapina de muitas cores? Não estão contra ela aves de rapina ao redor? Vinde, ajuntai-vos, todas os animais do campo, vinde para devorá-la.
16O avestruz, e a coruja, e a gaivota, e o gavião segundo sua espécie;
17E o mocho, e o corvo-marinho, e o íbis,
19Tu tens nos afligido num lugar de chacais, e nos cobriste com sobra de morte.
13Ele afastou meus irmãos para longe de mim; e os que me conheciam agora me estranham.
11Por causa de todos os meus adversários eu fui humilhado até entre os meus próximos; e fui feito horrível entre os meus conhecidos; os que me veem na rua fogem de mim.
40De dia me consumia o calor, e de noite a geada, e o sono se fugia de meus olhos.
10Foi para mim como um urso que espia, como um leão escondido.
14À cova chamo: Tu és meu pai; [e] aos vermes: [Vós sois] minha mãe e minha irmã.
15Costurei saco sobre minha pele, e revolvi minha cabeça no pó.
18Até os meninos me desprezam; quando eu me levanto, falam contra mim.
19Todos os meus amigos próximos me abominam; e [até] aqueles que eu amava se viraram contra mim.
20Meus ossos se grudaram à minha pele e à minha carne; e escapei [só] com a pele de meus dentes.
18E eu dizia: Em meu ninho expirarei, e multiplicarei [meus] dias como areia.
7Bramavam entre os arbustos, e se ajuntavam debaixo das urtigas.
4Minha alma está no meio dos leões, estou deitado [entre] brasas ardentes, filhos de homens, cujos dentes são lanças e flechas, e a língua deles são espada afiada.
3Assim também me deram por herança meses inúteis, e me prepararam noites de sofrimento.
13Tenho eu como ajudar a mim mesmo, se todo auxílio me foi tirado?
22E as hienas uivarão em suas fortalezas, e chacais em seus confortáveis palácios. Pois está chegando bem perto o seu tempo, e os dias dela não se prolongarão.
2Ah quem me dera que fosse como nos meses passados! Como nos dias em que Deus me guardava!
3Quando ele fazia brilhar sua lâmpada sobre minha cabeça, e eu com sua luz caminhava pelas trevas,
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
11Vesti-me de saco, mas fui ridicularizado por eles num ditado.
6Ele tem me posto por ditado de povos, e em meu rosto é onde eles cospem.
11Mas o pelicano e a coruja tomarão posse dela, a ave selvagem e o corvo nela habitarão; pois [o SENHOR] estenderá sobre ela o cordel da assolação e o prumo da ruína. ruína – lit. esvaziamento ou vazio – Almeida 1819 vaidade nomes dos animais são todos incertos, inclusive nos vv. seguintes
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
32Pois ele não é homem como eu, para que eu lhe responda, e venhamos juntamente a juízo.
11E fez inflamar contra mim sua ira, e me considerou para consigo como a [um de] seus inimigos.