Jó 29:18
E eu dizia: Em meu ninho expirarei, e multiplicarei [meus] dias como areia.
E eu dizia: Em meu ninho expirarei, e multiplicarei [meus] dias como areia.
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19Minha raiz se estendia junto às águas, e o orvalho ficava de noite em meus ramos.
10Disse eu: No melhor de minha vida, irei às portas do mundo dos mortos; privado estou do resto dos meus anos.
11Eu disse: Não verei [mais] ao SENHOR, o SENHOR na terra dos viventes; não mais olharei aos homens com os que habitam o mundo.
12Minha morada foi removida e tirada de mim, como uma tenda de pastor; enrolei minha vida como um tecelão; ele me cortará fora do tear; desde o dia até a noite tu me acabarás.
13Fiquei esperando até a manhã; como um leão ele quebrou todos os meus ossos; desde o dia até a noite tu me acabarás.
19Teria sido como se nunca tivesse existido, e desde o ventre [materno] seria levado à sepultura.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
17E quebrava os queixos do perverso, e de seus dentes tirava a presa.
23Porque eu sei que me levarás à morte; e à casa determinada a todos os viventes.
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
18[Se] eu os contasse, seriam muito mais [numerosos] que a areia; [quando] acordo, ainda estou contigo.
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
1Meu espírito está arruinado, meus dias vão se extinguindo, e a sepultura já etá pronta para mim.
19Lançou-me na lama, e fiquei semelhante ao pó e à cinza.
10Quem contará o pó de Jacó, Ou o número da quarta parte de Israel? Morra minha pessoa da morte dos corretos, E meu fim seja como o seu.
14E minha mão tomou as riquezas dos povos como a um ninho; e como se juntam ovos abandonados, assim eu juntei toda a terra; e não houve quem movesse asa, ou abrisse boca, ou fizesse ruído.
13Pois agora eu jazeria e repousaria; dormiria, e então haveria repouso para mim;
13Se eu esperar, o mundo dos mortos será minha casa; nas trevas estenderei minha cama.
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
11Qual é minha força para que eu espere? E qual meu fim, para que eu prolongue minha vida?
13Quando eu digo: Minha cama me consolará; meu leito aliviará minhas queixa,
4Quando eu me deito, pergunto: Quando me levantarei? Mas a noite se prolonga, e me canso de me virar [na cama] até o amanhecer.
11Meus dias [têm sido] como a sombra, que declina; e eu estou secando como a erva.
6Então eu digo: Ah, quem me dera se eu tivesse asas como uma pomba! Eu voaria, e pousaria.
24Eu dizia: Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias; teus anos são [eternos] , geração após geração.
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.
15Que direi? Tal como ele me falou, assim fez; passarei lentamente por todos os meus anos, por causa da amargura de minha alma.
8Que eu semeie, e outro coma; e meus produtos sejam arrancados.
23Alguém morre na sua força plena, estando todo tranquilo e próspero,
3Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
4Como era nos dias de minha juventude, quando a amizade de Deus estava sobre minha tenda;
15Minha força se secou como um caco de barro, e minha língua está grudada no céu da boca; e tu me pões no pó da morte;
6Eu disse em minha boa situação: Nunca serei abalado.
26Disse: Eu os dispersaria do mundo, Faria cessar dentre os homens a memória deles,
40De dia me consumia o calor, e de noite a geada, e o sono se fugia de meus olhos.
26Juntamente jazem no pó, e os vermes os cobrem.
9[Se] eu tomasse as asas do amanhecer, [e] morasse nos limites do mar,
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
21E por que não perdoas minha transgressão, e tiras minha maldade? Porque agora dormirei no pó, e me buscarás de manhã, mas não existirei [mais] .
12E tu disseste: Eu te farei bem, e tornarei tua descendência como a areia do mar, que não se pode contar de tão numerosa.
26E mesmo depois de consumida minha pele, então em minha carne verei a Deus;
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
29Tornei-me irmão dos chacais, e companheiro dos avestruzes.
26(Nisto me despertei, e olhei; e meu sonho me foi agradável).
17Eu não morrerei, mas viverei; e contarei as obras do SENHOR.
18É verdade que o SENHOR me castigou, porém ele não me entregou à morte.