Números 23:10
Quem contará o pó de Jacó, Ou o número da quarta parte de Israel? Morra minha pessoa da morte dos corretos, E meu fim seja como o seu.
Quem contará o pó de Jacó, Ou o número da quarta parte de Israel? Morra minha pessoa da morte dos corretos, E meu fim seja como o seu.
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7E ele tomou sua parábola, e disse: De Arã me trouxe Balaque, rei de Moabe, dos montes do oriente: Vem, amaldiçoa para mim a Jacó; E vem, condena a Israel.
8Por que amaldiçoarei eu ao que Deus não amaldiçoou? E por que condenarei ao que o SENHOR não condenou?
9Porque do cume das penhas o verei, E desde as colinas o olharei: Eis aqui um povo que habitará confiante, e não será contado entre as nações.
11Então Balaque disse a Balaão: Que me fizeste? Tomei-te para que amaldiçoes a meus inimigos, e eis que proferiste bênçãos.
12E ele respondeu, e disse: Não observarei eu o que o SENHOR puser em minha boca para dizê-lo?
13E disse Balaque: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar desde o qual o vejas; sua extremidade somente verás, que não o verás todo; e desde ali me o amaldiçoarás.
18E eu dizia: Em meu ninho expirarei, e multiplicarei [meus] dias como areia.
23Todavia tomou sua parábola, e disse: Ai! quem viverá quando fizer Deus estas coisas?
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
21Antes que eu me vá para não voltar, à terra da escuridão e da sombra de morte;
13Se Balaque me desse sua casa cheia de prata e ouro, eu não poderei transgredir o dito do SENHOR para fazer coisa boa nem má de minha vontade; mas o que o SENHOR falar, isso direi eu?
14Eis que eu me vou agora a meu povo: portanto, vem, te indicarei o que este povo há de fazer a teu povo nos últimos dias.
15E tomou sua parábola, e disse: Disse Balaão filho de Beor, Disse o homem de olhos abertos:
6Vem pois agora, te rogo, amaldiçoa para mim este povo, porque é mais forte que eu: talvez poderei eu feri-lo, e lançá-lo da terra: que eu sei que o que tu abençoares, será bendito, e o que tu amaldiçoares, será maldito.
4Conta-me, SENHOR, o meu fim, e a duração dos meus dias, para que eu saiba como eu sou frágil.
9Se encurvará para deitar-se como leão, E como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, E malditos os que te amaldiçoarem.
10Então se acendeu a ira de Balaque contra Balaão, e batendo suas palmas lhe disse: Para amaldiçoar a meus inimigos te chamei, e eis que os abençoaste insistentemente já três vezes.
1E esta é a bênção com a qual abençoou Moisés homem de Deus aos filhos de Israel, antes que morresse.
11Eis que este povo que saiu do Egito, cobre a face da terra: vem pois agora, e amaldiçoa-o para mim; talvez poderei lutar com ele, e expulsá-lo.
22Assim eu vou a morrer nesta terra; e não passo o Jordão: mas vós passareis, e possuireis aquela boa terra.
27Por que dizes, ó Jacó, e falas, ó Israel: Meu caminho está escondido do SENHOR, e meu juízo passa longe de meu Deus?
17Verei, mas não agora: O olharei, mas não de perto: Sairá estrela de Jacó, E se levantará cetro de Israel, E ferirá os cantos de Moabe, E destruirá a todos os filhos de Sete.
30Então Israel disse a José: Morra eu agora, já que vi teu rosto, pois ainda vives.
16E farei tua descendência como o pó da terra: que se alguém puder contar o pó da terra, também tua descendência será contada.
15E se assim o fazes tu comigo, eu te rogo que me dês a morte, se achei favor em teus olhos; e que eu não veja meu mal.
3Agora pois, ó SENHOR, peço-te que me mates, porque é melhor para mim morrer do que viver.
5Bem-aventurado aquele que [tem] o Deus de Jacó como sua ajuda, cuja esperança está no SENHOR seu Deus;
23Alguém morre na sua força plena, estando todo tranquilo e próspero,
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
21E disse Israel a José: Eis que eu morro, mas Deus será convosco, e vos fará voltar à terra de vossos pais.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
14Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa.
6Viva Rúben, e não morra; E sejam seus homens em número.
11Abençoa, ó SENHOR, o que fizerem, E recebe com agrado a obra de suas mãos: Fere os lombos de seus inimigos, E dos que lhe odiarem; para que nunca se levantem.
3Então tomou sua parábola, e disse: Disse Balaão filho de Beor, E disse o homem de olhos abertos:
23Porque em Jacó não há agouro, nem adivinhação em Israel: Como agora, será dito de Jacó e de Israel: O que fez Deus!
11Eu disse: Não verei [mais] ao SENHOR, o SENHOR na terra dos viventes; não mais olharei aos homens com os que habitam o mundo.
12Minha morada foi removida e tirada de mim, como uma tenda de pastor; enrolei minha vida como um tecelão; ele me cortará fora do tear; desde o dia até a noite tu me acabarás.
5Então eu disse: Senhor DEUS, cessa, por favor; como Jacó poderá sobreviver? Pois é pequeno.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
4Até quando lamentará a terra, e a erva de todo o campo ficará seca? Pela maldade dos que nela habitam, os animais e as aves perecem; porque dizem: Ele não verá ele nosso fim.
22Pois poucos anos restam, e seguirei o caminho [por onde] não voltarei.
23Porque eu sei que me levarás à morte; e à casa determinada a todos os viventes.
2E ele disse: Eis que já sou velho, não sei o dia de minha morte:
5[Então] que o inimigo persiga a minha alma, e a alcance; e pise em terra a minha vida; e faça habitar minha honra no pó. (Selá)
24Corrige-me, SENHOR, porém com moderação; não em tua ira, para que não me destruas.