Jó 37:10
Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.
Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.
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9Da recâmara vem o redemoinho, e dos [ventos] que espalham [vem] o frio.
16Que dá a neve como a lã; espalha a geada como a cinza.
17Que lança seu gelo [em] pedaços; quem pode subsistir ao seu frio?
18Ele manda sua palavra, e os faz derreter; faz soprar seu vento, [e] escorrem-se as águas.
28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?
29De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?
30As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.
11Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, [e] por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.
12Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra;
6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.
8O fogo e a saraiva, a neve e o vapor; o vento tempestuoso, que executa sua palavra.
27Ele traz para cima as gotas das águas, que derramam a chuva de seu vapor;
12[Mas o SENHOR] é aquele que fez a terra com seu poder, que preparou o mundo com sua sabedoria, e estendeu os céus com seu entendimento.
13Quando ele pronuncia sua voz, [logo] há ruído de águas no céu, e faz subir vapores dos confins da terra; faz os relâmpagos com a chuva, e faz sair o vento de seus tesouros.
22Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,
23Que eu retenho até o tempo da angústia, até o dia da batalha e da guerra?
24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?
25Quem repartiu um canal às correntezas de águas, e caminho aos relâmpagos dos trovões,
21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
22Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível.
16Então apareceram as profundezas do mar, E os fundamentos do mundo foram descobertos, À repreensão do SENHOR, Ao sopro do vento de seu nariz.
15E as profundezas das águas foram vistas, e os fundamentos do mundo foram descobertos por tua repreensão, SENHOR, pelo sopro do vento do teu nariz.
17Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do [vento] sul,
18Por acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
16Quando ele dá sua voz, há um grande estrondo de águas no céu, e faz subir as nuvens desde os confins da terra; ele faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento de seus tesouros.
20Com seu conhecimento se fenderam os abismos, e as nuvens gotejam orvalho.
9Com o sopro de Deus eles perecem, e pelo vento de sua ira são consumidos.
6Pala palavra do SENHOR foram feitos os céus; e todo o seu exército [foi feito] pelo sopro de sua boca.
7Ele junta as águas do mar como se estivessem empilhadas; aos abismos ele põe como depósitos de tesouros.
8Com o sopro de tuas narinas se amontoaram as águas; Pararam-se as correntezas como em um amontoado; Os abismos se solidificaram em meio do mar.
15Eis que, [quando] ele detém as águas, elas se secam; [quando] ele as deixa sair, elas transtornam a terra.
7Ele faz as nuvens subirem desde os confins da terra, faz os relâmpagos com a chuva; ele produz os ventos de seus tesouros.
12Ele agita o mar com seu poder, e com seu entendimento fere abate a Raabe.
13Por seu Espírito adornou os céus; sua mão perfurou a serpente veloz.
10Ele determinou limite à superfície das águas, até a fronteira entre a luz e as trevas.
8Com moderação brigaste contra ela, quando a rejeitaste; [quando] a tirou com seu vento forte, no dia do vento do Oriente.
10Quando eu passei sobre ele meu decreto, e [lhe] pus portas e ferrolhos,
11E disse: Até aqui virás, e não passarás adiante, e aqui será o limite para a soberba de tuas ondas?
17Que no tempo do calor se secam e, ao se aquecerem, desaparecem de seu lugar;
8Ele amarra as águas em suas nuvens, todavia a nuvem não se rasga debaixo dela.
12Do brilho de sua presença suas nuvens se espalharam, [e também] a saraiva, e as brasas de fogo.
15Tu dividiste a fonte e o ribeiro; tu secaste os rios perenes.
32Ele faz brilhar o caminho atrás de si; faz parecer ao abismo com cabelos grisalhos.
28Quando firmava as nuvens de cima, quando fortificava as fontes do abismo.
37Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar?
8Ou [quem] encerrou o mar com portas, quando transbordou, saindo da madre,
5Assim diz o Deus EU-SOU, que criou os céus, e os esticou; estendeu a terra, e a tudo quanto ela produz; que dá respiração ao povo que nela [habita] , e espírito aos que nela andam.