Jó 6:16
Que estão escurecidas pelo gelo, e nelas se esconde a neve;
Que estão escurecidas pelo gelo, e nelas se esconde a neve;
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17Que no tempo do calor se secam e, ao se aquecerem, desaparecem de seu lugar;
18Os cursos de seus caminhos se desviam; vão se minguando, e perecem.
15Meus irmãos foram traiçoeiros comigo, como ribeiro, como correntes de águas que transbordam,
7Seus nazireus eram mais alvos que a neve, mais brancos que o leite. Seus corpos eram mais avermelhados que rubis, [e] mais polidos que a safira;
8[Mas agora] sua aparência se escureceu mais que o carvão; não são mais reconhecidos nas ruas; sua pele está apegada a seus ossos, ficou seca como um pau.
29De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?
30As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.
30Minha pele se escureceu sobre mim, e meus ossos se inflamam de febre.
16Nas trevas vasculham as casas, de dia eles se trancam; não conhecem a luz.
17Porque a manhã é para todos eles como sombra de morte; pois são conhecidos dos pavores de sombra de morte.
18Ele é ligeiro sobre a superfície das águas; maldita é sua porção sobre a terra; não se vira para o caminho das vinhas.
19A seca e o calor desfazem as águas da neve; [assim também] o mundo dos mortos [faz aos que] pecaram.
16Que dá a neve como a lã; espalha a geada como a cinza.
17Que lança seu gelo [em] pedaços; quem pode subsistir ao seu frio?
5Eu sou morena, porém bela, ó filhas de Jerusalém: [morena] como as tendas de Quedar, [bela] como as cortinas de Salomão.
6Não fiquem me olhando por eu ser morena, pois o sol brilhou sobre mim; os filhos de minha mãe se irritaram contra mim, [e] me puseram para cuidar de vinhas; [porém] minha própria vinha, que me pertence, não cuidei.
22Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,
10Nossa pele se tornou negra como um forno, por causa do ardor da fome.
6Como Esaú foi saqueado! Como seus tesouros foram tomados!
12Do brilho de sua presença suas nuvens se espalharam, [e também] a saraiva, e as brasas de fogo.
5Reivindiquem-no para si trevas e sombra de morte; nuvens habitem sobre ele; a escuridão do dia o espante.
6Tome a escuridão aquela noite; não seja contada entre os dias do ano, nem faça parte do número dos meses.
14Por acaso pode faltar neve nas rochas das montanhas do Líbano? Ou pode deixar de haver as águas frias que correm de terras distantes?
12Tornaram a noite em dia; a luz se encurta por causa das trevas.
17Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela tempestade; para os quais a escuridão das trevas está reservada para sempre.
22Terra escura ao extremo, tenebrosa, sombra de morte, sem ordem alguma, onde a luz é como a escuridão.
6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.
30Ainda que me lave com água de neve, e limpe minhas mãos com sabão,
6Habitavam nos barrancos dos ribeiros secos, nos buracos da terra, e nas rochas.
6Diante dele os povos se angustiarão, todos os rostos se afligirão.
11Ou trevas, para que não vejas; e inundação de água te cobre.
9Da recâmara vem o redemoinho, e dos [ventos] que espalham [vem] o frio.
10Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.
16Meu rosto está vermelho de choro, e minhas pálpebras estão escurecidas ao extremo;
6Fez-me habitar em lugares escuros, como os que já morrera há muito tempo.
32Ele faz brilhar o caminho atrás de si; faz parecer ao abismo com cabelos grisalhos.
7Passam a noite nus, por falta de roupa; sem terem coberta contra o frio.
8Pelas correntes das montanhas são molhados e, não tendo abrigo, abraçam-se às rochas.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
40De dia me consumia o calor, e de noite a geada, e o sono se fugia de meus olhos.
18Pois a perversidade queima como fogo, [que] consumirá cardos e espinhos, e incendiará aos emaranhados das árvores da floresta; e subirão como nuvens de fumaça.
21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
16Dai glória ao SENHOR vosso Deus, antes que ele faça escurecer, e antes que vossos pés tropecem nos montes no meio da escuridão, e espereis luz, e ele a torne em sombra de morte e cause trevas.
14De dia eles se encontram com as trevas, e ao meio-dia andam apalpando como de noite.
19Onde está o caminho [por onde] mora a luz? E quanto às trevas, onde fica o seu lugar?
3Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
11Sua cabeça é [como] o mais fino ouro; seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.
8O fogo e a saraiva, a neve e o vapor; o vento tempestuoso, que executa sua palavra.
22Não há trevas nem sombra de morte em que os que praticam maldade possam se esconder.
3Eu visto aos céus de negro, e ponho um saco como sua cobertura.