Jeremias 18:14
Por acaso pode faltar neve nas rochas das montanhas do Líbano? Ou pode deixar de haver as águas frias que correm de terras distantes?
Por acaso pode faltar neve nas rochas das montanhas do Líbano? Ou pode deixar de haver as águas frias que correm de terras distantes?
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13Portanto assim diz o SENHOR: Perguntai agora entre as nações, quem tenha ouvido tal coisa. Grande horror fez a virgem de Israel.
12Espantai-vos, céus, por causa disto, e horrorizai-vos; ficai bastante desolados, diz o SENHOR.
13Pois meu povo fez dois males: deixaram a mim, [que sou] fonte de água viva, para cavarem para si cisternas, cisternas rachadas, que não retêm águas.
14Por acaso Israel é um servo? É um escravo de nascimento? Por que, [então] , ele se tornou uma presa?
18Ora, o que tu tens a ver com o caminho do Egito, para que bebas água do Nilo? E o que tens a ver com o caminho de Assíria, para que bebas água do rio [Eufrates] ?
17Que lança seu gelo [em] pedaços; quem pode subsistir ao seu frio?
13Ó SENHOR, esperança de Israel! Todos os que te abandonam serão envergonhados; e os que de mim se afastam, serão escritos no chão; pois abandonaram ao SENHOR, a fonte de águas vivas.
19A seca e o calor desfazem as águas da neve; [assim também] o mundo dos mortos [faz aos que] pecaram.
15Porém meu povo se esqueceu de mim, queimando incenso à inutilidade, e fazem- lhes tropeçar em seus caminhos, [nas] veredas antigas, para que andassem por veredas de caminho não aplanado;
26Para chover sobre a terra [onde] havia ninguém, [sobre] o deserto, onde não há gente,
27Para fartar [a terra] deserta e desolada, e para fazer crescer aos renovos da erva.
28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?
29De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?
30As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.
22Por acaso há entre as inutilidades das nações alguém que faz chover? Ou podem os céus dar chuvas? Não és [somente] tu, SENHOR, nosso Deus? Por isso em ti esperamos, pois tu fazes todas estas coisas.
22Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,
3Por isso as águas foram retidas, e não houve a chuva tardia; porém tu tens a testa de uma prostituta, [e] não aceitas ter vergonha.
31Ó geração, considerai vós a palavra do SENHOR. Por acaso eu fui um deserto ou uma terra de escuridão a Israel? Então por que meu povo tem dito: Somos senhores; nunca mais viremos a ti?
32Por acaso a virgem se esquece de seus enfeites, [ou] a noiva de seus adornos? Porém meu povo se esqueceu de mim há inúmeros dias.
25Impede que teus pés andem descalços, e tua garganta tenha sede. Porém tu disseste: Não há mais esperança; não, porque amo estranhos, e tenho que ir atrás deles.
4E os montes debaixo dele se derreterão, e os vales se fenderão como a cera diante do fogo, como as águas se derramam por um precipício.
4Ele repreende o mar, e o faz secar; e deixa secos todos os rios. Basã e o Carmelo se definham, e a flor do Líbano murcha.
15Ainda que ele frutifique entre os irmãos, virá o vento oriental, vento do SENHOR, subindo do deserto, e sua fonte se secará, sua nascente se secará; ele saqueará o tesouro de tudo o que for precioso.
24Eu cavei e bebi as águas alheias, e sequei com as plantas de meus pés todos os rios de lugares bloqueados.
4Abre um poço onde não há morador, lugares esquecidos por quem passa a pé; pendurados longe da humanidade, vão de um lado para o outro.
18Por que minha dor é contínua, e minha ferida intratável, que não permite cura? Por acaso serias tu para mim como uma ilusão, como águas que não se pode confiar?
10Porque montes se removerão e morros se retirarão, porém minha bondade não se removerá de ti, nem o pacto de minha paz se retirará, diz o SENHOR, que tem compaixão de ti.
18E assim como a montanha cai e é destruída, e a rocha muda de seu lugar,
3Mas que fareis no dia da visitação e da assolação, [que] virá de longe? A quem recorrereis por socorro? E onde deixareis vossa glória?
9Naquele dia suas cidades fortificadas serão como plantas abandonadas e os mais altos ramos, os quais eles abandonaram por causa dos filhos de Israel. E haverá assolação,
17Os pobres e necessitados buscam águas, mas nada [acham] ; sua língua se seca de sede. Eu, o SENHOR, os ouvirei; eu, o Deus de Israel, não os desampararei.
10Porque tal como a chuva e a neve desce dos céus, e para lá não volta, mas rega a terra, e a faz produzir, brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come;
30Porque sereis como o carvalho ao qual suas folhas caem, e como o bosque que não tem água.
15[Tu és] uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.
4Ó tu, que despedaças tua alma com tua ira; será a terra abandonada por tua causa, e será movida a rocha de seu lugar?
16Que estão escurecidas pelo gelo, e nelas se esconde a neve;
5O que houve, ó mar, que fugiste? Ó Jordão, que recuaste?
4Por que te orgulhas dos vales? Teu vale se desfez, ó filha rebelde, que confia em seus tesouros, [dizendo] : Quem virá contra mim?
6Dado que este povo rejeitou as águas de Siloé, que correm calmamente, e se alegrou com Resim e com o filho de Remalias,
25Por acaso quebrarás a folha arrebatada [pelo vento] ? E perseguirás a palha seca?
12Pode, por acaso o ferro [comum] quebrar o ferro do norte, ou o bronze?
6Pois será como um arbusto no deserto, e não sente quando vier o bem; ao invés disso morará nas securas no deserto, em terra salgada e inabitável.
6Eles nem disseram: Onde está o SENHOR, que nos fez subir de terra do Egito, que nos guiou pelo deserto, por uma terra deserta e esburacada, por uma terra seca e de sombra de morte, por uma terra pela qual ninguém passava, nem ali homem algum habitava?
11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
7Por isso levarão os bens que acumularam e seus pertences ao ribeiro dos salgueiros.
5E até as cervas nos campos geram filhotes, e os abandonam, pois não há erva.
25Eu cavei, e bebi as águas; e com as plantas dos meus pés secarei todos os rios do Egito.
6Porque assim diz o SENHOR quanto à casa do rei de Judá: Tu és para mim [como] Gileade, [e] o topo do Líbano; porém certamente te tornarei em deserto, [e] cidades desabitadas.
18E será naquele tempo, que os montes destilarão suco de uva, e os morros fluirão leite, e por todos os ribeiros de Judá correrão águas; e sairá uma fonte da casa do SENHOR, que regará o vale de Sitim.
6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.