Lucas 18:2
Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.
Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.
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3Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.
4E por um [certo] tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,
5Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.
6E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.
7E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?
8Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?
9E disse também a uns, que tinham confiança de si mesmos que eram justos, e desprezavam aos outros, esta parábola:
10Dois homens subiram ao Templo para orar, um fariseu, e o outro cobrador de impostos.
1E [Jesus] lhes disse também uma parábola [sobre] o dever de sempre orar, e nunca se cansar.
6E disse aos juízes: Olhai o que fazeis: porque não julgueis em lugar de homem, mas sim em lugar do SENHOR, o qual está convosco no negócio do juízo.
7Seja, pois, convosco o temor do SENHOR; guardai e fazei: porque no SENHOR nosso Deus não há iniquidade, nem acepção de pessoas, nem receber suborno.
18Diante dos seus olhos não há temor a Deus.
1A transgressão do perverso diz ao meu coração [que] não há temor a Deus perante seus olhos.
11porque com Deus não há acepção de pessoas.
5Não é bom favorecer ao perverso para prejudicar ao justo num julgamento.
3nem ao pobre privilegiarás em sua causa.
15Não farás injustiça no juízo: não favorecerás deslealmente ao pobre, nem honrarás a face do poderoso: com justiça julgarás a teu próximo.
2E sabemos que o julgamento de Deus é segundo a verdade sobre os que fazem tais coisas.
3E tu, , que julgas os que praticam tais coisas, e fazes as mesmas, pensas que escaparás do julgamento de Deus?
1Não julgueis, para que não sejais julgados.
8Se tu vires em algum território a opressão dos pobres, e a violência contra o direito e a justiça, não te maravilhes de tal caso; porque aquele que tem maior autoridade supervisiona as outras autoridades menores; e há [outros] ainda de maior autoridade que eles.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
16Ele julgou a causa do aflito e do necessitado, e então esteve bem. Por acaso conhecer a mim não é isto?diz o SENHOR.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
24Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que [se acham] sábios de coração.
17Cansais ao SENHOR com vossas palavras. E ainda dizeis: Em que nós [o] cansamos? Quando dizeis: Qualquer um que faz o mal é bom aos olhos ao SENHOR, que se agrada deles; ou: Onde está o Deus do juízo?
21Porque tive medo de ti, que és um homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e colhes o que não semeaste.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
2E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas.
6De maneira nenhuma! De outro modo, como Deus julgará o mundo?
19Maldito o que distorcer o direito do estrangeiro, do órfão, e da viúva. E dirá todo o povo: Amém.
1Quando houver pleito entre alguns, e vierem a juízo, e os julgarem, e absolverem ao justo e condenarem ao iníquo,
13E o cobrador de impostos, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, [que sou] pecador.
17Não tenhais acepção de pessoas no juízo: tanto ao pequeno como ao grande ouvireis: não tereis temor de ninguém, porque o juízo é de Deus: e a causa que vos for difícil, a trareis a mim, e eu a ouvirei.
17E, se vós chamais de Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, vivei em temor o tempo de vossa peregrinação;
23Estes [provérbios] também são para os sábios: fazer acepção de pessoas num julgamento não é bom.
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
18Para fazer justiça ao órfão e ao afligido; para que o homem não mais continue a praticar o terror.
36Prejudicar ao homem em sua causa: o Senhor não aprova ) [tais coisas] .
8Não emprestar a juros, nem receber lucros; e desviar sua mão da injustiça, e fizer juízo entre dois homens com base na verdade;
2Até quando julgareis injustamente, e favoreceis a aparência dos perversos? (Selá)
15E disse-lhes: Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos seres humanos; mas Deus conhece vossos corações. Porque o que é excelente para os seres humanos é odiável diante de Deus.
13Mas Deus julga aos que estão de fora. Tirai pois dentre vós a este maligno.
24Não julgueis segundo a aparência, mas julgai juízo justo.
19Levanta-te, SENHOR, não prevaleça o homem [contra ti] ; sejam julgadas as nações diante de ti.
28Isto também seria um delito [a ser sentenciado por] juiz; porque teria negado ao Deus de cima.
4Por acaso não fizestes discriminação entre vós mesmos, e vos tornastes juízes de maus pensamentos?
13Porém ao perverso não sucederá o bem, e não prolongará [seus] dias, [que serão] como uma sombra, pois ele não tem temor perante Deus.
21Assim são as moradas do perverso, e este é o lugar [daquele que] não reconhece a Deus.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.