Mateus 18:24
E começando a fazer acerto de contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.
E começando a fazer acerto de contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.
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25Como ele não tinha com que pagar, o seu senhor mandou que ele, sua mulher, filhos, e tudo quanto tinha fossem vendidos para se fazer o pagamento.
26Então aquele servo caiu e ficou prostrado diante dele, dizendo: “Senhor, tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
27O senhor daquele servo compadeceu-se dele, então o soltou e lhe perdoou a dívida.
28Todavia, depois daquele servo sair, achou um servo, colega seu, que lhe devia cem denários; então o agarrou e o sufocou, dizendo: “Paga-me o que [me] deves!”
29Então o seu colega se prostrou diante dos seus pés, e lhe suplicou, dizendo: “Tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
30Mas ele não quis. Em vez disso foi lançá-lo na prisão até que pagasse a dívida.
31Quando os servos, colegas dele, viram o que se passava, entristeceram-se muito. Então vieram denunciar ao seu senhor tudo o que havia se passado.
32Assim o seu senhor o chamou, e lhe disse: “Servo mau! Toda aquela dívida te perdoei, porque me suplicaste.
33Não tinhas tu a obrigação de ter tido misericórdia do sevo colega teu, assim como eu tive misericórdia de ti?”
34E, enfurecido, o seu senhor o entregou aos torturadores até que pagasse tudo o que lhe devia.
23Por isso o Reino dos céus é comparável a um certo rei, que quis fazer acerto de contas com os seus servos.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
6E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.
7Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.
41[Jesus] disse: Um certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro cinquenta.
42E eles, não tendo com que pagar, perdoou-lhes [a dívida] de ambos. Dize pois, qual destes o amará mais?
18Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio, e fez contas com eles.
20O que havia recebido cinco talentos chegou lhe trazendo outros cinco talentos, e disse: ”Senhor, cinco talentos me entregaste, eis que ganhei com eles outros cinco talentos”.
27Devias, portanto, ter depositado o meu dinheiro como os banqueiros e, quando eu voltasse, receberia o que é meu com juros.
28Por isso, tirai dele o talento, e dai-o ao que tem dez talentos”.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
23Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?
24E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.
25E eles lhe disseram: Senhor, ele [já] tem dez minas.
14Pois [é] como um homem, que partindo-se para fora do país, chamou seus servos, e lhes entregou os seus bens.
15E a um deu cinco talentos, a outro dois, e ao terceiro um, a cada um conforme a sua habilidade, e logo depois partiu em viagem.
16Em seguida, o que havia recebido cinco talentos foi fazer negócios com eles, e obteve outros cinco talentos .
24Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;
15E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.
16E veio o primeiro, dizendo: Senhor, tua mina rendeu outras dez minas.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.
1Pois o reino dos céus é semelhante a um homem, dono de propriedade, que saiu de madrugada para empregar trabalhadores para a sua vinha.
2Ele entrou em acordo com os trabalhadores por um denário ao dia, e os mandou à sua vinha.
12Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.
13E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Investi até que eu venha;
30“E lançai o servo inútil às trevas de fora (ali haverá pranto e ranger de dentes)”.
9Então vieram os de cerca da hora décima primeira, e receberam um denário cada um.
10Quando os primeiros vieram, pensavam que receberiam mais; porém eles também receberam um denário cada um.
1Então [Jesus] começou a lhes dizer por parábolas: Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fundou [nela] um esmagador de uvas, edificou uma torre, e a arrendou a uns lavradores; e partiu-se d[aquela] terra.
2E, quando chegou o tempo, mandou um servo aos lavradores, para que recebesse dos lavradores do fruto da vinha.
26Em verdade te digo que não sairás dali enquanto não pagares a última moeda.
13Então o rei disse aos servos: “Amarrai-o nos pés e nas mãos, tomai-o, e lançai-o nas trevas de fora. Ali haverá pranto e o ranger de dentes”.
21E aquele servo, ao voltar, anunciou estas coisas a seu senhor. Então o chefe da casa, irritado, disse a seu servo: Sai depressa pelas ruas e praças da cidade, e traze aqui aos pobres, e aleijados, e mancos e cegos.
20E veio outro, dizendo: Eis aqui tua mina, que guardei em um lenço.
24E quando entraram em Cafarnaum, os cobradores da taxa de duas dracmas vieram a Pedro, e perguntaram: Vosso mestre não paga as duas dracmas?
59Eu te digo que não sairás dali enquanto não pagares até a última moeda.
2O reino dos céus é semelhante a um rei que fez uma festa de casamento para o seu filho;
10Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos [somente] o que devíamos fazer.