Provérbios 23:29
De quem são os ais? De quem são os sofrimentos? De quem são as lutas? De quem são as queixas? De quem são as feridas desnecessárias? De quem são os olhos vermelhos?
De quem são os ais? De quem são os sofrimentos? De quem são as lutas? De quem são as queixas? De quem são as feridas desnecessárias? De quem são os olhos vermelhos?
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
30São daqueles que gastam tempo junto ao vinho, daqueles que andam em busca da bebida misturada.
31Não prestes atenção ao vinho quando se mostra vermelho, quando brilha no copo e escorre suavemente,
32[Pois] seu fim é [como] mordida de cobra, e picará como uma víbora.
33Teus olhos verão [coisas] estranhas, e teu coração falará perversidades;
11Ai dos que se levantam cedo pela manhã, para buscarem bebida alcoólica, [e] continuam até a noite, [até que] o vinho os esquente.
1O vinho é zombador, a bebida forte é causadora de alvoroços; e todo aquele que errar por causa deles não é sábio.
15Ai daquele que dá bebidas a seu próximo, tu que embebedas com teu furor, para que possas vê-los nus.
21Ai dos [que se acham] sábios aos seus próprios olhos, e prudentes para si mesmos!
22Ai dos [que se acham] corajosos para beberem vinho, e homens fortes para misturarem bebida alcoólica!
10Aquele que pisca os olhos maliciosamente gera dores; e o louco de lábios será derrubado.
5Pois também o vinho é enganador, [é como] um homem arrogante, que não fica quieto em casa; seu apetite se alarga como o mundo dos mortos, e é semelhante à morte, que não se farta; e ajunta a si todas as nações, e reúne a si todos os povos.
11Entre suas paredes espremem o azeite; pisam os lagares, e [ainda] têm sede.
12Desde a cidade as pessoas gemem, e as almas dos feridos clamam; Mas Deus não dá atenção ao erro.
28Também ela fica espreitando como um ladrão, e acrescenta transgressores entre os homens.
9Não beberão vinho com canções; a bebida alcoólica será amarga aos que a beberem.
35[E dirás] : Espancaram-me, mas não senti dor; bateram em mim, mas não senti; quando virei a despertar? Vou buscar mais uma [bebida] .
7O suco de uva chora, a vinha se enfraquece; todos os alegres de coração [agora] suspiram.
5Despertai, vós bêbados, e chorai; gemei todos vós que bebeis vinho, por causa do suco de uva, porque foi tirado de vossa boca.
15A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva;
13O filho tolo é uma desgraça ao seu pai; e brigas da esposa são [como] uma goteira duradoura.
11Um clamor de lamento por causa do vinho [se ouve] nas ruas; toda a alegria se escureceu; o prazer da terra sumiu.
6Dai bebida alcoólica aos que estão a ponto de morrer, e vinho que têm amargura na alma,
6Desde a planta do pé até a cabeça, não há nele coisa sã. [Só há] feridas, inchaços e chagas podres, sem terem sido espremidas, feito curativos ou aliviadas com azeite.
9O homem sábio que disputa no julgamento contra um tolo, mesmo se perturbado ou rindo, não terá descanso.
42E [ouviu-se] nela voz de multidão alegre; e junto dos homens ordinários, foram trazidos os beberrões do deserto; e puseram braceletes em suas mãos, e belas coroas sobre suas cabeças.
12Por que o teu coração te arrebata, e por que centelham teus olhos,
17Quem ama o prazer sofrerá necessidade; aquele que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá.
20Não esteja entre os beberrões de vinho, [nem] entre os comilões de carne.
21Porque o beberrão e o comilão empobrecerão; e a sonolência os faz vestir trapos.
17Além disso, ele comeu em trevas todos os seus dias; sofreu muito, e teve enfermidades e irritações.
3Por que me fazes ver a injustiça, e vês a opressão? Pois assolação e violência estão em frente de mim, há brigas, e disputas se levantam.
17Aquele que, enquanto está passando, [se envolve] em briga que não é sua, é [como] o que pega um cão pelas orelhas.
18Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,
19Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?
11Para buscarem a prostituição, o vinho, e o mosto, que tiram o entendimento.
2Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
17Porque comem pão da maldade, e bebem vinho de violências.
4O furor é cruel, e a ira impetuosa; mas quem resistirá firme perante à inveja?
33Ele encontrará castigo e desgraça; e sua desonra nunca será apagada.
2Pois a ira acaba com o louco, e o zelo mata o tolo.
19Não há cura para tua ferida; tua chaga é fatal; todos os que ouviram tua fama baterão palmas por causa de ti, pois sobre quem tua maldade não passou continuamente?
10Expulsa ao zombador, e a briga terminará; cessará a disputa e a vergonha.
10A arrogância só produz brigas; mas com os que aceitam conselhos [está] a sabedoria.
31Quem lhe denunciará seu caminho em sua face? E quem lhe pagará pelo que ele fez?
30E que farás tu, ó assolada? Ainda que te vistas de vermelho, ainda que te adornes com ornamentos de ouro, ainda que pintes teus olhos, em vão te enfeitarias; os [teus] amantes te desprezam, [e] buscarão [matar] a tua alma.
8E que caminha na companhia dos que praticam maldade, e anda com homens perversos?
25O filho tolo é tristeza para seu pai, e amargura para aquela que o gerou.
3O homem que ama a sabedoria alegra a seu pai; mas o companheiro de prostitutas gasta os bens.
9Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.