Provérbios 25:20
Quem canta canções ao coração aflito é como aquele que tira a roupa num dia frio, ou como vinagre sobre salitre.
Quem canta canções ao coração aflito é como aquele que tira a roupa num dia frio, ou como vinagre sobre salitre.
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13O coração alegre anima o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.
22O coração alegre é um bom remédio, mas o espírito abatido faz os ossos se secarem.
25A ansiedade no coração do homem o abate; [mas] uma boa palavra o alegra.
2Melhor é ir à casa do luto do que a casa do banquete, [porque] isto é o fim de todos os homens; e os vivos tomam isto em seus corações.
3Melhor é o sofrimento do que o riso, porque com a tristeza do rosto o coração se aperfeiçoa.
4O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos [está] na casa da alegria.
5Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que alguém ouvir a canção dos tolos;
6Porque o riso dos tolos é como o ruído de espinhos debaixo de uma panela; também isto é inútil.
6Dai bebida alcoólica aos que estão a ponto de morrer, e vinho que têm amargura na alma,
7Para que bebam, e se esqueçam de sua pobreza, e não se lembrem mais de sua miséria.
13Até no riso o coração terá dor, e o fim da alegria é a tristeza.
7O suco de uva chora, a vinha se enfraquece; todos os alegres de coração [agora] suspiram.
20Por que se dá luz ao sofredor, e vida aos amargos de alma,
19Confiar num infiel no tempo de angústia é [como] um dente quebrado ou um pé sem firmeza.
21Se aquele que te odeia tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
25[Como] água refrescante para a alma cansada, assim são boas notícias de uma terra distante.
9Não beberão vinho com canções; a bebida alcoólica será amarga aos que a beberem.
15Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é [como] um banquete contínuo.
9Senti vossas misérias e lamentai e chorai; vosso riso se converta em pranto, e [vossa] alegria em tristeza.
23O vento norte traz a chuva; [assim como] a língua caluniadora [traz] a ira no rosto.
7Porque ele calcula [seus gastos] consigo mesmo. Assim ele dirá: Come e bebe; Mas o coração dele não está contigo;
13Como frio de neve no tempo da colheita, [assim] é o mensageiro fiel para aqueles que o enviam; porque ele refresca a alma de seus senhores.
14[Como] nuvens e ventos que não trazem chuva, [assim] é o homem que se orgulha de falsos presentes.
31Por isso minha harpa passou a ser para lamentação, e minha flauta para vozes dos que choram.
15Acabou a alegria de nosso coração; nossa dança se tornou em luto.
25Porém outro morre com amargura de alma, nunca tendo experimentado a prosperidade.
10O coração conhece sua [própria] amargura, e o estranho não pode partilhar sua alegria.
20Insultos têm quebrado meu coração, e estou fraquíssimo; e esperei compaixão, porém [houve] nenhuma; [também esperei] por pessoas que me consolassem, mas não os achei.
18Até meu consolo está em tristeza; meu coração desfalece em mim.
22Ele apenas sente as dores em sua própria carne, e lamenta por sua própria alma.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
17Além disso, ele comeu em trevas todos os seus dias; sofreu muito, e teve enfermidades e irritações.
9O óleo e o perfume alegram ao coração; assim é a doçura de um amigo com um conselho sincero.
30O coração em paz é vida para o corpo, mas a inveja é [como] podridão nos ossos.
26Assim como vinagre para os dentes, e como fumaça para os olhos, assim também é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
15A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva;
18E ele seja revestido de maldição, como se lhe fosse sua roupa, como água dentro do seu corpo, e como óleo em seus ossos.
5A desgraça é menosprezada na opinião de quem está tranquilo, que está pronto para os que tropeçam com os pés.
11Tu tornaste meu pranto em dança; tu desamarraste o meu saco [de lamentação] , e me envolveste de alegria.
15Fartou-me de amarguras, embebedou-me de absinto.
23Porque todos os seus dias são dores, e aflição [é] sua rotina; até de noite seu coração não descansa; também isto é inútil.
18Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,
19Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?
14Eis que meus servos cantarão de coração contente, porém vós gritareis de tristeza do coração; e uivareis pela angústia de espírito.
36E dizia-lhes também uma parábola: Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho; de outra maneira, o novo rompe [ao velho] ; e ao velho não convém remendo do novo.
21Porque meu coração tem se amargurado, e meus rins têm sentido dolorosas picadas.
5Tu os alimentas com pão de lágrimas, e lhes faz beber lágrimas com grande medida.
19Assim como a água reflete o rosto, assim também o coração reflete o ser humano.
21Ninguém costura remendo de pano novo em roupa velha; senão o remendo novo rompe o velho, e se faz pior rasgo.
9Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.