Provérbios 25:25
[Como] água refrescante para a alma cansada, assim são boas notícias de uma terra distante.
[Como] água refrescante para a alma cansada, assim são boas notícias de uma terra distante.
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11A palavra dita em tempo apropriado é [como] maçãs de ouro em bandejas de prata.
12O sábio que repreende junto a um ouvido disposto a escutar é [como] pendentes de ouro e ornamentos de ouro refinado.
13Como frio de neve no tempo da colheita, [assim] é o mensageiro fiel para aqueles que o enviam; porque ele refresca a alma de seus senhores.
14[Como] nuvens e ventos que não trazem chuva, [assim] é o homem que se orgulha de falsos presentes.
26O justo que se deixa levar pelo perverso é [como] uma fonte turva e um manancial poluído.
23O vento norte traz a chuva; [assim como] a língua caluniadora [traz] a ira no rosto.
24É melhor morar num canto do terraço do que com uma mulher briguenta numa casa espaçosa.
23O homem se alegra com a resposta de sua boca; e como é boa a palavra a seu devido tempo!
20Quem canta canções ao coração aflito é como aquele que tira a roupa num dia frio, ou como vinagre sobre salitre.
21Se aquele que te odeia tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
24Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma, e remédio para os ossos.
2E [cada] homem será como um abrigo contra o vento, e refúgio contra a tempestade; como ribeiros de águas em lugares secos, como a sombra de uma grande rocha num lugar deserto.
25A ansiedade no coração do homem o abate; [mas] uma boa palavra o alegra.
25Porque terei saciado a alma cansada, e enchido toda alma entristecida.
30A luz dos olhos alegra o coração; a boa notícia fortalece os ossos.
15Bebe água de tua [própria] cisterna, e das correntes de teu [próprio] poço.
16Derramar-se-iam por fora tuas fontes, [e] pelas ruas os ribeiros de águas?
4A boca do homem são [como] águas profundas; e o manancial de sabedoria [como] um ribeiro transbordante.
5O conselho no coração do homem [é como] águas profundas; mas o homem prudente [consegue] tirá-lo para fora.
19Assim como a água reflete o rosto, assim também o coração reflete o ser humano.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
8Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.
25Impede que teus pés andem descalços, e tua garganta tenha sede. Porém tu disseste: Não há mais esperança; não, porque amo estranhos, e tenho que ir atrás deles.
5Famintos e sedentos, suas almas neles desfaleciam.
25Eu cavei, e bebi as águas; e com as plantas dos meus pés secarei todos os rios do Egito.
10Porque tal como a chuva e a neve desce dos céus, e para lá não volta, mas rega a terra, e a faz produzir, brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come;
17As águas roubadas são doces; e o pão escondido é agradável.
7Porque o SENHOR teu Deus te introduz na boa terra, terra de ribeiros, de águas, de fontes, de mananciais que brotam por planícies e montes;
5Tal como o calor em lugar seco, assim tu abaterás o ímpeto dos estrangeiros; tal como uma espessa nuvem [diminui] o calor, assim será humilhada a canção dos violentos.
15[Tu és] uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.
35Ele torna o deserto em lagoa, e a terra seca em nascentes de águas.
21E não tinham sede, [quando] ele os levava pelos desertos; fez correr para eles água da rocha; e quando ele fendia as rochas, águas manavam delas.
15No brilho do rosto do rei há vida; e seu favor é como uma nuvem de chuva tardia.
19A seca e o calor desfazem as águas da neve; [assim também] o mundo dos mortos [faz aos que] pecaram.
22O coração alegre é um bom remédio, mas o espírito abatido faz os ossos se secarem.
20Bem-aventurados sois vós, os que semeais sobre todas as águas; [e] deixais livres os pés do boi e do jumento.
9Porque ele fartou a alma sedenta, e encheu de bem a alma faminta;
25A alma generosa prosperará, e aquele que sacia [os outros] também será saciado.
7Não deste de beber água ao cansado, e negaste o pão ao faminto.
17Os pobres e necessitados buscam águas, mas nada [acham] ; sua língua se seca de sede. Eu, o SENHOR, os ouvirei; eu, o Deus de Israel, não os desampararei.
6Pois será como um arbusto no deserto, e não sente quando vier o bem; ao invés disso morará nas securas no deserto, em terra salgada e inabitável.
15E Davi teve desejo, e disse: Quem me dera a beber da água da cisterna de Belém, que está à porta!
11Por acaso [alguma] fonte jorra da mesma abertura a [água] doce e a amarga?
17Davi teve um desejo, e disse: Quem me dera beber da água do poço de Belém, que está junto à porta!
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
15A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva;
14Por acaso pode faltar neve nas rochas das montanhas do Líbano? Ou pode deixar de haver as águas frias que correm de terras distantes?
1Melhor é um pedaço seco de comida com tranquilidade, do que uma casa cheia de carne com briga.
11E o SENHOR te guiará continuamente, fartará a tua alma [mesmo] em grandes secas, e fortalecerá teus ossos; e tu serás como um jardim regado, como um manancial de águas, cujas águas nunca faltam.
1Assim como a corça geme de desejo pelas correntes de águas, assim também minha alma geme de desejo por ti, Deus.