Salmos 141:6
[Quando] seus juízes forem lançados contra a rocha, então ouvirão minhas palavras, porque [são] agradáveis.
[Quando] seus juízes forem lançados contra a rocha, então ouvirão minhas palavras, porque [são] agradáveis.
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5Que o justo me faça o favor de me espancar e me repreender; [isto me será] azeite sobre a cabeça; minha cabeça não rejeitará, porque ainda orarei contra as maldades deles.
103Como são doces tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel em minha boca.
7Tal como alguém que fendeu e partiu a terra, [assim também] nossos ossos foram espalhados à boca do mundo dos mortos.
24Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma, e remédio para os ossos.
10[São] mais desejáveis que ouro, mais do que muito ouro fino; e mais doces que o mel, e o licor de seus favos.
6Ouvi, porque falarei coisas nobres; e abro meus lábios para a justiça.
16Porque eu dizia: Não se alegrem de mim!Quando meu pé vacilou, eles se engrandeceram contra mim.
22Ouçam-se gritos de suas casas, quando tu trouxeres tropas contra eles de repente; pois cavaram uma cova para me prender, e armaram laços para meus pés.
26(Nisto me despertei, e olhei; e meu sonho me foi agradável).
10Caiam sobre eles brasas vivas; faça-os cair no fogo [e] em covas profundas, [para que] não se levantem mais.
24Julga-me conforme a tua justiça, SENHOR meu Deus; e não deixes eles se alegrarem de mim.
5Por isso eu os cortei com os profetas; pelas palavras de minha boca os matei; e teus juízos sairão como a luz.
7Todos eles se aquecem como um forno, e devoraram os seus juízes; todos os seus reis caem; ninguém há entre eles que clame a mim.
19Ouve tu, ó terra: Eis que eu trarei mal sobre este povo: o fruto de seus pensamentos; pois não dão atenção a minhas palavras, e rejeitam a minha lei.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
12Por acaso correm os cavalos pelos rochedos? Pode-se arar [ali] com bois? Porém vós pervertestes o juízo em veneno, e o fruto da justiça no amargo absinto.
4Todos os reis da terra louvarão a ti, SENHOR, quando ouvirem as palavras de tua boca.
6Quando eu lavava meus passos com manteiga, e da rocha me corriam ribeiros de azeite!
6Prepararam uma rede de armadilha para os meus passos, minha alma [estava] abatida; cavaram perante mim uma cova, [porém] eles mesmos caíram nela. (Selá)
6Habitavam nos barrancos dos ribeiros secos, nos buracos da terra, e nas rochas.
18Porque é agradável que os guardes dentro de ti, juntos estarão prontos para os teus lábios;
31Que a rocha deles não é como nossa Rocha: E nossos inimigos sejam disso juízes.
32Porque da vide de Sodoma é a vide deles, E dos sarmentos de Gomorra: As uvas deles são uvas venenosas, cachos muito amargos têm.
21Sua boca é agradável como a manteiga, mas seu coração [deseja] a guerra; suas palavras [parecem] mais suaves que o azeite, mas são espadas prontas para o ataque.
6Em lugares agradáveis foram postos os limites [do meu terreno] ; sim, eu recebo uma bela propriedade.
16Meu interior saltará de alegria quando teus lábios falarem coisas corretas.
9Cercou meus caminhos com pedras lavradas, retorceu as minhas veredas.
34Meus pensamentos lhe serão agradáveis; eu me alegrarei no SENHOR.
12À direita os jovens se levantam; empurram meus pés, e preparam contra mim seus caminhos de destruição.
16Quebrou os meus dentes com cascalho, cobriu-me de cinzas.
18E assim como a montanha cai e é destruída, e a rocha muda de seu lugar,
3Os montes trarão paz ao povo, e os morros [trarão] justiça.
53Tentaram tirar minha vida na masmorra, e lançaram pedras sobre mim.
6As palavras do SENHOR são palavras puras, [como] prata refinada em forno de barro, purificada sete vezes.
3Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
18Certamente tu os fazes escorregarem, [e] os lança em assolações.
6Pés a pisotearão; os pés dos afligidos, os passos dos pobres.
1Escutai, céus, e falarei; E ouça a terra os ditos de minha boca.
16Se pois há [em ti] entendimento, ouve isto: dá ouvidos ao som de minhas palavras.
11O ouvido que me ouvia me considerava bem-aventurado, e o olho que me via dava bom testemunho de mim.
3[Mas] aos santos que [estão] na terra, e [a] os ilustres, nos quais está todo o meu prazer.
11E meus olhos verão [o fim] dos meus inimigos; meus ouvidos ouvirão [o fim] dos malfeitores que se levantam contra mim.
10Abrem sua boca contra mim; com desprezo esbofeteiam meu rosto, e todos se ajuntam contra mim.
2Quando os maus chegaram perto de mim, meus adversários e meus inimigos contra mim, para devorarem minha carne; eles mesmos tropeçaram e caíram.
1Justo és tu, SENHOR, mesmo quando eu discuto contigo; falarei, porém, de juízos contigo. Por que o caminho dos perversos prospera, e todos os que agem enganosamente têm boa vida?
24Agora pois, filhos, escutai-me; e prestai atenção às palavras de minha boca.
10Portanto agora, reis, sede prudentes; vós, juízes da terra, deixai serdes instruídos.
13Os lábios justos são do agrado dos reis, e eles amam ao que fala palavras direitas.
12[Por causa do] pecado da boca deles [e da] palavra de seus lábios; e sejam presos em sua arrogância pelas maldições e pelas mentiras que contam.
3Estando meu espírito angustiado em mim, tu conheceste meu percurso; no caminho em que eu andava esconderam um laço de armadilha para mim.