Lucas 12:17
E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
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18E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.
19E direi à minha alma: Alma, muitos bens tens guardados, para muitos anos; descansa, come, bebe, alegra-te!
20Porém Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, de quem será?
21Assim [é] o que junta tesouros para si, mas não é rico em Deus.
22E disse a seus discípulos: Portanto vos digo, não estejais ansiosos por vossa vida, que comereis; nem pelo corpo, que vestireis.
15E disse-lhes: Olhai, e tomai cuidado com a ganância; porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens que possui.
16E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
4Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
1Então [Jesus] começou a lhes dizer por parábolas: Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fundou [nela] um esmagador de uvas, edificou uma torre, e a arrendou a uns lavradores; e partiu-se d[aquela] terra.
2E, quando chegou o tempo, mandou um servo aos lavradores, para que recebesse dos lavradores do fruto da vinha.
16E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém [as] dava para ele.
17E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu [aqui] morro de fome!
6E dizia esta parábola: Um certo [homem] tinha uma figueira plantada em sua vinha, e veio até ela para buscar fruto, e não achou.
7E disse ao que cuidava da vinha: Eis que há três anos, que venho para buscar fruto nesta figueira, e não [o] acho; corta-a; por que ainda ocupa inutilmente a terra?
8E respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a [ainda] este ano, até que eu a escave ao redor, e a adube;
9E se der fruto, [deixa-a ficar] ; se não, tu a cortarás depois.
7Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, e o matemos; então a herança será nossa.
4E por um [certo] tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,
18Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
12Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
26Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.
14Mas os lavradores, vendo-o, discutiram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; vamos matá-lo, para que a herança venha a ser nossa.
25Pois ao que tem, lhe será dado; e ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
33Vendei o que tendes, e daí esmola. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca se deprecia; onde ladrão não chega, nem a traça destrói.
34Porque aonde estiver vosso tesouro, ali estará também vosso coração.
9E começou a dizer ao povo esta parábola: Um certo homem plantou uma vinha, e a arrendou a [uns] lavradores, e viajou para outro país por muito tempo.
12Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.
9Que, pois, o senhor da vinha fará? Ele virá, destruirá aos lavradores, e dará a vinha a outros.
21Porque tive medo de ti, que és um homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e colhes o que não semeaste.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
23Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?
33Ouvi outra parábola. Havia um homem, dono de uma propriedade. Ele plantou uma vinha, cercou- a, fundou nela um lagar, e construiu uma torre. Depois a arrendou a uns lavradores, e partiu-se para um lugar distante.
34Quando chegou o tempo dos frutos, enviou seus servos aos lavradores, para receberem os frutos que a ele pertenciam.
42E o Senhor disse: Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem [seu] senhor puser sobre seus servos, para que [lhes] dê alimento no tempo certo?
25E quem de vós pode, com sua ansiedade, acrescentar um côvado à sua altura?
6E isto disse ele, não pelo cuidado que tivesse dos pobres; mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e trazia o que se lançava [nela] .
22E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto.
7E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando [gado] que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta [à mesa] .
14E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.
24Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;
7E vendo como os convidados escolhiam os primeiros assentos, disse-lhes uma parábola:
18Olhai pois como ouvis; porque a qualquer que tiver, lhe será dado; e a qualquer que não tiver, até o que lhe parece que tem, lhe será tirado.
15Acaso não me é lícito fazer do que é meu o que eu quiser? Ou o teu olho é mau, porque eu sou bom?”
12E se nas [coisas] dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?
2O rico tinha numerosas ovelhas e vacas:
16E indagavam-se com os outros , dizendo: É porque não temos pão.