Lucas 18:4
E por um [certo] tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,
E por um [certo] tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,
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1E [Jesus] lhes disse também uma parábola [sobre] o dever de sempre orar, e nunca se cansar.
2Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.
3Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.
5Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.
6E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.
7E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?
8Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?
30Mas ele não quis. Em vez disso foi lançá-lo na prisão até que pagasse a dívida.
17E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
18E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.
7E ele de dentro, respondendo, disser: Não me perturbe! A porta já está fechada, e meus filhos estão comigo na cama; não posso me levantar para te dar.
8Digo-vos, que ainda que ele não se levante para lhe dar por seu seu amigo, contudo, por sua teimosia ele se levantará, e lhe dará tudo quanto ele precisar.
24Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que [se acham] sábios de coração.
29Porém ele respondeu: “Não quero”; mas depois se arrependeu, e foi.
30E, aproximando-se do segundo, disse da mesma maneira. E ele respondeu: “Eu [vou] , senhor”, mas não foi.
21Porque tive medo de ti, que és um homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e colhes o que não semeaste.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
1A transgressão do perverso diz ao meu coração [que] não há temor a Deus perante seus olhos.
2Porque ele é [tão] orgulhoso diante de seus olhos [que não] achar [nem] odiar sua própria maldade.
4Pela arrogância de seu rosto o perverso não se importa; Deus não existe em todos as seus pensamentos.
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
35[Então] eu falaria, e não teria medo dele. Pois não está sendo assim comigo.
13Por que o perverso blasfema de Deus? Ele diz eu seu coração que tu nada [lhe] exigirá.
4Porém tu destróis o temor, e menosprezas a oração diante de Deus.
12Ainda que um pecador faça o mal cem [vezes] , e [sua vida] se prolongue, mesmo assim eu sei, que as coisas boas acontecerão aos que temem a Deus, aos que temerem perante sua face.
13Porém ao perverso não sucederá o bem, e não prolongará [seus] dias, [que serão] como uma sombra, pois ele não tem temor perante Deus.
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
11Ele diz em seu coração: Deus [já] se esqueceu; [já] escondeu o seu rosto, nunca mais [o] verá.
23Pois ele não precisa observar tanto ao homem para que este possa entrar em juízo com Deus.
48Porém se aquele servo mau disser em seu coração: “Meu senhor está demorando a chegar”,
4Por acaso ele te repreende [e] vem contigo a juízo por causa de teu temor [a ele] ?
15A ele, ainda que eu fosse justo, não lhe responderia; a meu juiz pediria misericórdia.
32Pois ele não é homem como eu, para que eu lhe responda, e venhamos juntamente a juízo.
34E, enfurecido, o seu senhor o entregou aos torturadores até que pagasse tudo o que lhe devia.
7Eis aqui o homem que não pôs sua força em Deus, mas [preferiu] confiar a abundância de suas riquezas, e fortaleceu em sua maldade.
8E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, come e bebe tu.
14Quanto menos ao que disseste: que tu não o vês! Porém o juízo está diante dele; portanto espera nele.
29Não digas: Assim como ele fez a mim, assim também farei a ele; pagarei a cada um conforme sua obra.
16E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém [as] dava para ele.
13Por que razão brigas contra ele por não dar resposta às palavras do ser humano?
13E o cobrador de impostos, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, [que sou] pecador.
4O preguiçoso não lavra no inverno; [por isso] ele mendigará durante a ceifa, pois nada terá.
5Disse-lhes também: Qual de vós que, tendo um amigo, se for a ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães.
21Assim [é] o que junta tesouros para si, mas não é rico em Deus.
24Mas, chegando também o que havia recebido um talento, disse: “Senhor, eu te conhecia, que és homem duro, que colhes onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste;
25Como ele não tinha com que pagar, o seu senhor mandou que ele, sua mulher, filhos, e tudo quanto tinha fossem vendidos para se fazer o pagamento.
26Então aquele servo caiu e ficou prostrado diante dele, dizendo: “Senhor, tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
29E voltou a falar-lhe, e disse: Talvez se acharão ali quarenta. E respondeu: Não o farei por causa dos quarenta.
14Jó não dirigiu suas palavras a mim, nem eu lhe responderei com vossos dizeres.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.