Provérbios 18:8
As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem até o interior do ventre.
As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem até o interior do ventre.
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22As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem ao interior do ventre.
23Como um vaso de fundição coberto de restos de prata, [assim] são os lábios inflamados e o coração maligno.
19Quem anda fofocando revela segredos; por isso não te envolvas com aquele que fala demais com seus lábios.
13Aquele que conta fofocas revela o segredo; mas o fiel de espírito encobre o assunto.
6Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
7A boca do tolo é sua [própria] destruição, e seus lábios [são] armadilha para sua alma.
27O homem maligno cava o mal, e em seus lábios [há] como que um fogo ardente.
28O homem perverso levanta contenda, e o difamador faz [até] grandes amigos se separarem.
27Quem cava uma cova, nela cairá; e quem rola uma pedra, esta voltará sobre ele.
28A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.
18Aquele que esconde o ódio [tem] lábios mentirosos; e o que produz má fama é tolo.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
18Há [alguns] que falam [palavras] como que golpes de espada; porém a língua do sábios é [como] um remédio.
11Se a cobra morder sem estar encantada, então proveito nenhum tem a fala do encantador.
12As palavras da boca do sábio são agradáveis; porém os lábios do tolo o devoram.
4O malfeitor presta atenção ao lábio injusto; o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.
9O preguiçoso em fazer sua obra é irmão do causador de prejuízo.
18O coração que trama planos malignos, pés que se apressam a correr para o mal;
19A falsa testemunha, que sopra mentiras; e o que semeia brigas entre irmãos.
18Martelo, espada e flecha afiada é o homem que fala falso testemunho contra seu próximo.
8Vomitarias o pedaço que comeste, e perderias tuas palavras agradáveis.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
19Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?
20Sem lenha, o fogo se apaga; e sem fofoqueiro, a briga termina.
8A língua deles é uma flecha mortífera, que fala engano; com sua boca fala paz com seu próximo, mas em seu interior lhe arma ciladas.
6Fiéis são as feridas [feitas] por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
20Do fruto da boca do homem seu ventre se fartará; dos produtos de seus lábios se saciará.
21A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do fruto dela.
6E se [algum deles] vem me ver, fala coisas sem valor, [e] seu coração junta maldade; ele sai, [e] fala disso.
4Uma língua sã é árvore de vida; mas a perversidade nela é faz o espírito em pedaços.
4A boca do homem são [como] águas profundas; e o manancial de sabedoria [como] um ribeiro transbordante.
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
2Cada um comerá do bem pelo fruto de sua boca, mas a alma dos infiéis [deseja] a violência.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
23Quem guarda sua boca e sua língua guarda sua alma de angústias.
9Porque não há verdade na boca deles; seu interior são meras destruições; a garganta deles é uma sepultura aberta; com suas línguas elogiam falsamente.
28A má testemunha escarnece do juízo; e a boca dos perversos engole injustiça.
5O homem que lisonjeia a seu próximo arma uma rede para seus pés.
16Não andarás propagando boatos em teus povos. Não te porás contra o sangue de teu próximo: Eu sou o SENHOR.
3[Aquele que] não murmura com sua língua; não faz mal ao seu companheiro, nem aceita insulto contra seu próximo.
10Aquele que pisca os olhos maliciosamente gera dores; e o louco de lábios será derrubado.
23O vento norte traz a chuva; [assim como] a língua caluniadora [traz] a ira no rosto.
21Sua boca é agradável como a manteiga, mas seu coração [deseja] a guerra; suas palavras [parecem] mais suaves que o azeite, mas são espadas prontas para o ataque.
30Os golpes das feridas purificam os maus; como também as pancadas no interior do corpo.
14Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
14Perversidades há em seu coração; todo o tempo ele trama o mal; anda semeando brigas.
7Os lábios dos sábios derramam conhecimento; mas o coração dos tolos não [age] assim.
2Cada um fala falsidade ao seu próximo, [com] lábios elogiam falsamente; falam com duas intenções no coração.