Salmos 55:7
Eis que eu fugiria para longe, e ficaria no deserto. (Selá)
Eis que eu fugiria para longe, e ficaria no deserto. (Selá)
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5Temor e tremor vêm sobre mim, e o horror me toma por completo.
6Então eu digo: Ah, quem me dera se eu tivesse asas como uma pomba! Eu voaria, e pousaria.
8Eu me apressaria para escapar do vento violento [e] da tempestade.
5Ai de mim, que peregrino em Meseque, [e] habito nas tendas de Quedar!
6Estou semelhante a uma ave no deserto, estou como uma coruja num lugar desabitado.
7Fico alerta e estou como um pardal solitário sobre o telhado.
4Eu habitarei em tua tenda para sempre; tomarei refúgio [me] escondendo sob tuas asas. (Selá)
1No SENHOR eu confio; como, pois, tu dizeis à minha alma: Fugi para vossa montanha, [como] um pássaro?
2Ah, se houvesse para mim no deserto uma hospedaria para caminhantes! Então eu deixaria o meu povo, e me afastaria deles; pois todos eles são adúlteros, são um bando de traiçoeiros.
7Para onde eu escaparia de teu Espírito? E para onde fugiria de tua presença?
1Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim; porque minha alma confia em ti, e eu me refugio sob a sombra de tuas asas, até que os [meus] problemas passem de mim.
9[Se] eu tomasse as asas do amanhecer, [e] morasse nos limites do mar,
4E eu disse: Lançado estou de diante de teus olhos; porém voltarei a ver o teu santo templo.
5As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; as algas se enrolaram à minha cabeça.
13Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, [e] me pusesses um limite [de tempo] , e te lembrasses de mim!
15Por isso minha alma preferia a asfixia [e] a morte, mais que meus ossos.
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
7Deus, quando tu saías perante teu povo, enquanto caminhavas pelo deserto (Selá),
8Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
3Ah se eu soubesse como poderia achá-lo! [Então] eu me chegaria até seu trono.
8Porém eu buscaria a Deus, e a ele confiaria minha causa;
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
5Porque no dia mal ele me esconderá em seu abrigo; ele me encobrirá no oculto de sua tenda; [e] me porá sobre as rochas.
18Até meu consolo está em tristeza; meu coração desfalece em mim.
13Pois agora eu jazeria e repousaria; dormiria, e então haveria repouso para mim;
2No dia da minha angústia busquei ao Senhor; minha mão estava continuamente estendida; minha alma não se deixava consolar.
3Eu ficava me lembrando de Deus, e gemendo; ficava pensativo, e meu espírito desfalecia. (Selá)
23Eu vou como a sombra, que declina; estou sendo sacudido como um gafanhoto.
14Como o grou, [ou] a andorinha, assim eu fazia barulho; [e] gemia como uma pomba; ao alto eu levantava meus olhos. Ó SENHOR, estou oprimido! Sê tu minha segurança!
15Que direi? Tal como ele me falou, assim fez; passarei lentamente por todos os meus anos, por causa da amargura de minha alma.
5Eu saberia as palavras que ele me responderia, e entenderia o que me diria.
20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa [pois] e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,
7Tu [és] meu esconderijo, tu me guardas da angústia; tu me envolves de canções alegres de liberdade. (Selá)
6Levanto minhas mãos a ti; minha alma [tem sede] de ti como a terra seca.
27Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
25Vi, e eis que nenhum homem havia; e todas as aves do céu tinham fugido.
6Prepararam uma rede de armadilha para os meus passos, minha alma [estava] abatida; cavaram perante mim uma cova, [porém] eles mesmos caíram nela. (Selá)
7Ali o íntegro pleitearia com ele, e eu me livraria para sempre de meu Juiz.
4Eu olho à direita, e eis que não há quem me conheça; não há nenhum refúgio para mim; nem ninguém se importava com minha alma.
17E afastou minha alma da paz, fez-me esquecer da boa vida.
1Ai de mim! Porque sou como quando os frutos do verão são colhidos, como quando são tiradas as sobras das uvas da vindima, de modo que não resta cacho de uvas para comer; minha alma deseja frutos.
22Eu dizia em minha aflição: Estou cortado de diante de teus olhos.Porém tu ouviste a voz de minhas súplicas quando clamei a ti.
5[Então] que o inimigo persiga a minha alma, e a alcance; e pise em terra a minha vida; e faça habitar minha honra no pó. (Selá)
28Ando escurecido, mas não pelo sol; levanto-me na congregação, e clamo por socorro.
15Se eu tivesse dito [isto] , eu falaria desse jeito; eis que teria decepcionado a geração de teus filhos.
4Os que andaram sem rumo no deserto, por caminhos solitários; os que não acharam cidade para morarem.
5Enquanto eu não achar um lugar para o SENHOR, moradas para o Poderoso de Jacó.
17Porque eu estou prestes a ficar como manco, e minha dor está continuamente perante mim.